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Juntos Contra o Destino: Afonso e Ana

Capítulo 4 

Palavras: 536    |    Lançado em: 19/06/2025

aqui, porque não vamos almoçar juntos?" propôs, o tom cas

ar, Beatriz respondeu por ambo

para Afonso, assumind

de Rui. Afonso percebeu que Beatriz tinha escolhi

em silêncio, resignado a

e Beatriz tocou. Ela levantou-se

mão de Rui. Uma moca de chaves, com um

omentou Afonso, a cu

i a Bia que me deu. Diz qu

ara Beatriz, no primeiro aniversário do "acordo" deles. Dentro, uma pequena gravação: "A.A. p

explodir. Lembrou-se da narrativa, do seu destino s

se Afonso, a voz surpreendentem

sua calma. Esperava uma expl

po de vinho tinto sobre si mesmo, mas de forma a parecer

raída pelo barulho. Viu Rui com a camisa

ra Rui, limpando-lhe a camisa com um guardanapo. Ignor

atriz, os olhos a faiscarem d

, deixando Afonso sozinho, devastado pela inj

faziam Afonso parecer o agressor. Uma insinuação de sabotagem no trabalho de Rui, um

pela sua mágoa acumulada, acreditava em

aiva e desilusão. "Já não te basta o que me fizeste passar? O dinheiro que me d

as, mais do que a dor, sentia medo. Medo de que, na sua raiva, ela fizesse algo que o prejudi

e fazer um pacto com o seu rival. Era a única forma de

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Juntos Contra o Destino: Afonso e Ana
Juntos Contra o Destino: Afonso e Ana
“Afonso Alencar, um nome de peso em Lisboa, sempre manteve Beatriz Moreira numa relação curiosa: ele pagava, ela ficava. No fundo, Afonso sonhava que um dia, ela sentiria algo mais por ele. Mas um simples acidente mudou tudo. Subitamente, Afonso viu a terrível verdade: ele era o "vilão" de uma história predefinida, condenado a uma morte trágica para que a sua "heroína" Beatriz pudesse ser feliz com o "herói" Rui Costa. O medo gelou-o. Cada passo, cada encontro, confirmava o seu papel. Preso numa narrativa impiedosa, Afonso decidiu o impensável: simular a sua própria morte. Abandonou tudo, deixou a sua família, a sua identidade. Tornou-se Miguel Santos e fugiu para uma pequena vila piscatória em Espanha, com a esperança de escapar àquele enredo cruel e à mulher que amava. Como podia um homem escapar ao seu próprio destino? A uma história que o queria ver destruído? A sua decisão, um ato de desespero máximo, era a sua única esperança de liberdade. Cinco anos de paz relativa se passaram, uma nova vida construída longe dos fantasmas de um passado "inexistente". Mas então, a sineta da sua tasca tocou, e a voz que ele pensou ter calado para sempre ecoou no silêncio do seu novo esconderijo: "Afonso Alencar, eu sei quem tu és." Beatriz não só o encontrou, como trouxe consigo uma revelação que viraria o seu mundo mais uma vez: "Eu amo-te." A narrativa estava longe de ser reescrita, e o verdadeiro confronto com o destino apenas começara.”