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Juntos Contra o Destino: Afonso e Ana

Capítulo 5 

Palavras: 395    |    Lançado em: 19/06/2025

encontro com Rui

esconfiança est

ue queres,

propor uma trégua. Mais do que isso,

izeste para nos separar? Deves estar a brincar." Ele sabia

a. "Eu vou-me embora em breve. Vou desaparecer da v

s de fazer isso?" R

. O que importa é que

ido. Afonso percebeu que precisa

te, Afonso ab

tas, esta noite," disse ele. "Quero que venhas comigo. L

a, mas o acordo era o aco

," cedeu,

saiu, Afonso

oite. A Beatriz vai. Dei-lhe o outro. É a tua oportunid

i estava espantado. "Porqu

Afonso respondeu,

rar o desenrolar da trama, a empurrar Beatriz para os braços do

óvel de Afonso vibrou. Era uma

olhos que Afonso nunca tinha visto dirigido a si. Estavam num bar,

ela recusara. Lembrou-se da ausência de gestos de carinho espontâneos, do toque se

dor. Pegou no telemóvel e es

um bo

ênção, uma desped

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Juntos Contra o Destino: Afonso e Ana
Juntos Contra o Destino: Afonso e Ana
“Afonso Alencar, um nome de peso em Lisboa, sempre manteve Beatriz Moreira numa relação curiosa: ele pagava, ela ficava. No fundo, Afonso sonhava que um dia, ela sentiria algo mais por ele. Mas um simples acidente mudou tudo. Subitamente, Afonso viu a terrível verdade: ele era o "vilão" de uma história predefinida, condenado a uma morte trágica para que a sua "heroína" Beatriz pudesse ser feliz com o "herói" Rui Costa. O medo gelou-o. Cada passo, cada encontro, confirmava o seu papel. Preso numa narrativa impiedosa, Afonso decidiu o impensável: simular a sua própria morte. Abandonou tudo, deixou a sua família, a sua identidade. Tornou-se Miguel Santos e fugiu para uma pequena vila piscatória em Espanha, com a esperança de escapar àquele enredo cruel e à mulher que amava. Como podia um homem escapar ao seu próprio destino? A uma história que o queria ver destruído? A sua decisão, um ato de desespero máximo, era a sua única esperança de liberdade. Cinco anos de paz relativa se passaram, uma nova vida construída longe dos fantasmas de um passado "inexistente". Mas então, a sineta da sua tasca tocou, e a voz que ele pensou ter calado para sempre ecoou no silêncio do seu novo esconderijo: "Afonso Alencar, eu sei quem tu és." Beatriz não só o encontrou, como trouxe consigo uma revelação que viraria o seu mundo mais uma vez: "Eu amo-te." A narrativa estava longe de ser reescrita, e o verdadeiro confronto com o destino apenas começara.”