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Quando o Ódio Esconde o Amor

Capítulo 3 

Palavras: 692    |    Lançado em: 19/06/2025

repente, o rosto

e?" gritou ela para Mat

a esperança? Expectativa de que ele se defendesse,

gou essa

O Senhor Leonardo s

omo se fosse e

Sofia. E, num impulso

do rio. O choque da tempe

seus amigos. Sofia deu-lhe as costas

corrente era forte. A dor no seu corpo

Sagres. Pensou n

o frio do fundo do rio. Horas passaram. O frio ent

ava a raiar, os seus dedos toc

, tremendo incontrolavelmente. Tinha

Sofia estava na varanda, a toma

estende

a. Tirou uma nota da carteira e

tou em s

tinuava o seu trabalho, suportando as pequenas humilhaçõ

seu apartamento em Lisboa. Ela tinha ido à

ir de uma das janelas do pré

ncên

ais forte do que qualquer

e para Sofia, que estav

amas. O fumo era denso, sufocante.

ncurralada pelas chamas,

to com o seu casaco. Atravessou o corredor em chama

empo de uma viga em chamas desabar

o, que tinha chegado entretanto, alertado por um t

ardo, a voz rouca por causa do fumo

so, mas depois a compreensão b

endo na confusão dos bombeir

uns arranhões superficiais e o cabelo chamuscado para dar credibilidade

e estava a ser tratado por queimadu

, Mateus? Porque é que me de

gunta que o ato

. que causaste a

ara Sofia, que abraçava Leonardo, a pe

ateus, a voz f

e, deixando Leonardo

ateus observava-os de longe, o pária, o vilão. Aceitava

nos fundos da casa do Porto, sem avisar. Ele estava a trocar o penso

untou ela, a voz sur

fixaram-se n

que fize

ças. A proximidade do inc

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Quando o Ódio Esconde o Amor
Quando o Ódio Esconde o Amor
“Mateus saiu da prisão, um homem pálido com meses de vida e um diagnóstico de cancro terminal. O seu último e único desejo: ter as cinzas espalhadas em Sagres, o farol sagrado de amor com Sofia. Precisava de dinheiro, desesperadamente. Engolindo o orgulho, Mateus arranjou um emprego, mas na primeira noite, o seu mundo ruiu: Sofia, o seu amor, estava ali, radiantemente noiva de Leonardo, o seu antigo melhor amigo. O sorriso dela dissolveu-se em pânico e ódio gélido ao vê-lo. Públicamente, o assistente de Sofia, Tiago, humilhou-o, acusando-o de arruinar a vida dela e causar a morte da mãe. Mateus, o "assassino", foi forçado a limpar a sujidade com as mãos, sob o olhar frio e cúmplice de Sofia. Onde estava a justiça? Ele carregava um segredo devastador: o crime pelo qual cumpriu pena, ele o assumira para proteger Sofia do escândalo do suicídio da própria mãe. Por amor, sacrificou tudo, mas agora ela parecia regozijar-se na sua dor. Com a morte a espreitar, Mateus suportou cada humilhação. Cada euro arrecadado tornava mais real o seu último desejo e a felicidade de Sofia. Mas será que a verdade do seu imenso sacrifício um dia viria à tona, ou morreria com ele, nas falésias de Sagres?”