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A Chef Esquecida: Agora, Ela Brilha

Capítulo 1 

Palavras: 536    |    Lançado em: 19/06/2025

m a cabeça a lat

, apenas uma fresta de

arcos a dar-lhe

meu amor. Para

ava distante

ixas do outro

los, o seu am

ar bem, Carl

Marcos

ira, Marcos. E para a

arecia p

fia parou. Um r

"Peço-a em casamento. Dou-lhe o restaurante que

m um casamento?

seu

tiu o cor

lâmina fria a afun

icação, de

nou para o ajudar a reerguer

estou, as noites em

e ele a fe

mãe agora, Sofia. E eu também não.

coaram na sua ment

ele. Po

oubar-lhe uma parte do

uem ele sempre

biu-lhe pel

ar, mas a v

abriu-se

um sorriso forç

cordaste. Co

ara ele, os o

ceu?" consegu

grave, querida. Os médicos tiveram

Mentiu des

l do seu corpo

complicaçã

ão dela. Sofia

. "Lorena não está bem. Vou acompanhá-la numa

rena. Sem

-lhe a tes

i, mutilada

lmente vieram, q

bre um amor que agora via

spital, uma raiva fria começo

er a vítima

emóvel com a

lista de contactos

seu trabalho num festival há anos. U

em Lisbo

rou f

A sua voz

l. A que devo a honra?" A voz

ceria. Em Lisboa." As palavras sa

outro lado da linha

m tom que ela não conseguiu decifrar. "Eu aceito. E ofe

nova

ecoaram no vazio

ouvesse

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A Chef Esquecida: Agora, Ela Brilha
A Chef Esquecida: Agora, Ela Brilha
“Eu, Sofia, a chef que transformou o restaurante de Marcos num sucesso, dei-lhe tudo: talento, amor, e anos da minha vida. Mas acordei num hospital, a cabeça a latejar, para ouvir a voz dele, do homem que eu amava, a planear roubar-me um rim para a sua amante, Lorena. Cada palavra era uma facada: a década de enganos, o aborto forçado, a exploração do meu trabalho, a sedução, o plano para me despojar de tudo. Ele mentiu descaradamente sobre uma "complicação gástrica", e depois, com uma arrogância inacreditável, propôs-me casamento, só para me abandonar de imediato pela Lorena, a sua prioridade. Nem o meu sangue, que o salvou de um acidente, o despertou. Ele continuava a ver-me como um objeto descartável, pedindo as minhas receitas e as chaves do meu carro para a amante, enquanto eu as ouvia planear a minha humilhação final e a sua própria fortuna. A dor física era um mero eco da traição que me destruía por dentro. A humilhação era esmagadora. Mas a Sofia ingénua, a vítima que eu fora, estava morta. Com uma raiva fria e uma determinação gelada, peguei no telemóvel. "Tiago Albuquerque? Preciso de uma proposta. Em Lisboa. Quero sair daqui." Do outro lado da linha, a sua voz calma prometeu: "Uma nova vida."”