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A Chef Esquecida: Agora, Ela Brilha

Capítulo 2 

Palavras: 456    |    Lançado em: 19/06/2025

u, a voz ainda fraca. "O que

Sofia. Desde aquele festival. O teu talen

dade na voz dele

contactos, investimentos. Podemos abrir

a. O que r

rme. "Quero exclusividade profissional. E quero que venhas

ra trás. Era tudo o

disse Sofia

o estava

pital foram um borrão de

raramente. Men

ao tratamento. Estou a t

obre ela. Nenhuma

eu uma vez. T

," disse ele, os olhos tr

enou. Sabia que

teve alta, senti

tilhava com Marcos pa

ava lá para

Marcos regressou. B

da tivesse

s!" Ele abraçou-a, mas

a surpres

família, um lugar que ante

, sob um arco de flo

ludo do bolso. Um ane

do, queres c

gna de um fil

ia, era uma

ncio, a sua complacência, com

sse responder, um

i, Marcos,

na.

sto pálido, agarrada ao

i o tornozelo.

salto, a preocupação a

squecendo-se de Sofia

u, meu anjo? Ca

com cuidado, como se ela

Sofia por cima d

triunfante, brinc

traguei o momento." A voz del

ara casa, deixando So

tava na caixa a

ol, um símbolo d

o o ap

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A Chef Esquecida: Agora, Ela Brilha
A Chef Esquecida: Agora, Ela Brilha
“Eu, Sofia, a chef que transformou o restaurante de Marcos num sucesso, dei-lhe tudo: talento, amor, e anos da minha vida. Mas acordei num hospital, a cabeça a latejar, para ouvir a voz dele, do homem que eu amava, a planear roubar-me um rim para a sua amante, Lorena. Cada palavra era uma facada: a década de enganos, o aborto forçado, a exploração do meu trabalho, a sedução, o plano para me despojar de tudo. Ele mentiu descaradamente sobre uma "complicação gástrica", e depois, com uma arrogância inacreditável, propôs-me casamento, só para me abandonar de imediato pela Lorena, a sua prioridade. Nem o meu sangue, que o salvou de um acidente, o despertou. Ele continuava a ver-me como um objeto descartável, pedindo as minhas receitas e as chaves do meu carro para a amante, enquanto eu as ouvia planear a minha humilhação final e a sua própria fortuna. A dor física era um mero eco da traição que me destruía por dentro. A humilhação era esmagadora. Mas a Sofia ingénua, a vítima que eu fora, estava morta. Com uma raiva fria e uma determinação gelada, peguei no telemóvel. "Tiago Albuquerque? Preciso de uma proposta. Em Lisboa. Quero sair daqui." Do outro lado da linha, a sua voz calma prometeu: "Uma nova vida."”