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Quando o Amor Morre e a Vingança Nasce

Capítulo 4 

Palavras: 503    |    Lançado em: 19/06/2025

o silêncio

cia Victor, sempre

ida passada, ela o manipular

o. Ele precisa de

. Ele ficaria tão decepci

amo. São só

reditar, pelo bem do filho, pela memór

rependiment

tristeza do pai, q

riste. Eu não ligo

çura e maturidade para uma criança d

no acostamento e

campe

conseguir proteger o filho

a voz abafada contra seu peito.

culpa, mas a raiva por C

em casa, a por

á estavam lá, m

m chegou! Estávamos esperando vocês par

o divórcio, já tinha assinado os papéis. Aq

ceu, vinda

as malas dele. Decidimos que ele e a Lulu vão se

o, como se a presença deles ali foss

João Miguel respondeu, exausto. N

no rosto dela

nosso quarto, é o maior e tem o melhor banheiro. João, vo

. Cansaço.

ara longe. Mas ainda havia burocracias do divór

do

. "Papai, por que a gente vai

oelhou e olhou no

rece que agora somos

rtou o filho, colocou-o par

pareceu na porta do

uma aversão físic

ictor precisa de apoio agora. E a Lulu também. É

esculpa.

nto e o do meu filho, Clara?" ele

pirou,

mático. É só

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Quando o Amor Morre e a Vingança Nasce
Quando o Amor Morre e a Vingança Nasce
“Minha vida com Clara e nosso filho, Leo, parecia perfeita. Eu amava minha família mais que tudo. Então, a explosão. Meu corpo arremessado, a dor excruciante, o cheiro de queimado. Eu era uma alma flutuante, vendo meu filho Leo, de cinco anos, ao lado do meu corpo ensanguentado, gritando por socorro. Ele ligou para a mãe, Clara. Ela apenas bufou: "Pare de mentir, Leo! Estou ocupada com Victor." Vi Clara correr para o amante enquanto Leo, desesperado, ligava para a ambulância. E o pior: quando a ambulância chegou, Clara mandou levarem Victor primeiro, dizendo que Leo era "só um arranhão". Ele correu atrás, gritando, e foi atropelado por um caminhão. Meu filho morreu. Aquela imagem me perseguiu: minha esposa escolhendo um arranhão de amante sobre a vida do nosso filho. A traição, a crueldade, o desespero. Meu último pensamento foi um juramento frio: "Clara... se houver outra vida... nunca mais quero ter nada a ver com você." Acordei suando frio, o coração disparado. Leo dormia tranquilo no quarto ao lado. Peguei o celular: a data... três dias antes da tragédia. Eu renasci. Desta vez, o fogo da vingança queimava. E Clara não faria de mim um tolo novamente.”