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Quando o Amor Morre e a Vingança Nasce

Capítulo 5 

Palavras: 599    |    Lançado em: 19/06/2025

da escolinha, como se

sendo mesquinhos por causa de uma simpl

ia" dele era palpável. Na cabeça

aga, Clara. Se tra

emais! O Victor pr

tendo a porta do q

iu de argumentar. Não havia

incapaz de descansar.

choro agudo de

u para o

o fez parar, o

rincipal, o antigo quart

, que choramingava

arto, sozinho, chorando, com uma

até o filho. "Leo

luçou, apontando para Vi

se: "Ele estava tentando pegar os brinq

filho?" João Miguel

ocou na fren

egendo a Lulu! Você precisa educar m

to dele, Clara! E você

"Papai, a Lulu quebrou meu carrinho

vô de João Miguel. Uma das poucas

menos agora, demonstrasse alguma d

u. "Oh, minha pobrezinha, ele te as

fez? Assustou a Lulu! Leo, você tem que aprender a divi

idir" com a "irmã", a mesma que

João Miguel ating

viver em paz, é melhor irem embora desta cas

to com Victor e Lulu, fech

sespero profundo. Não ha

volta para o qu

nho de madeira em

deles cortou seu dedo. O sangue

de sua fa

migo dela, o Victor... tome cuidad

enuidade passada. Co

s do carrinho, col

que já tinha adorme

. Não passaria ma

um hote

e, acordou com b

Cl

ifica isso? Por q

condeu atrás das pernas

da própria mãe causou uma d

Clara. Não se preocupe, não vamos mai

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Quando o Amor Morre e a Vingança Nasce
Quando o Amor Morre e a Vingança Nasce
“Minha vida com Clara e nosso filho, Leo, parecia perfeita. Eu amava minha família mais que tudo. Então, a explosão. Meu corpo arremessado, a dor excruciante, o cheiro de queimado. Eu era uma alma flutuante, vendo meu filho Leo, de cinco anos, ao lado do meu corpo ensanguentado, gritando por socorro. Ele ligou para a mãe, Clara. Ela apenas bufou: "Pare de mentir, Leo! Estou ocupada com Victor." Vi Clara correr para o amante enquanto Leo, desesperado, ligava para a ambulância. E o pior: quando a ambulância chegou, Clara mandou levarem Victor primeiro, dizendo que Leo era "só um arranhão". Ele correu atrás, gritando, e foi atropelado por um caminhão. Meu filho morreu. Aquela imagem me perseguiu: minha esposa escolhendo um arranhão de amante sobre a vida do nosso filho. A traição, a crueldade, o desespero. Meu último pensamento foi um juramento frio: "Clara... se houver outra vida... nunca mais quero ter nada a ver com você." Acordei suando frio, o coração disparado. Leo dormia tranquilo no quarto ao lado. Peguei o celular: a data... três dias antes da tragédia. Eu renasci. Desta vez, o fogo da vingança queimava. E Clara não faria de mim um tolo novamente.”