iu o envelope
talvez uma chave para o que ainda viria. Mas não era a hora. Ainda não. A presença de Lucas, a dens
scurecia em tons de azul profundo. A rua estava quase vazia. O frio cortava s
untou, encostando-se ao batent
asse
el perto daqui. S
sesse dizer algo, mas re
sar de alg
o - ela c
despedida era silenciosa, mas carregada de coisas não ditas. Evelyn caminhou até o t
. Parado. Observando.
do da janela com vista para as árvores que balançavam sob o vento noturno. Evelyn se jogou ali, se
pe da bolsa e o co
a. Era o que ele poderia abrir dentro dela. Recordações, perguntas,
el. A caligrafia de Benjami
. Quando es
on
que o homem que você amou talvez tivesse ent
a com carinho. Lembrou-se de noites em que ele a observava dormindo, de manhãs em que ele n
m homem de silêncios.
le tivesse percebido - antes de todos - que Lucas fazi
a se o que sentia
que não
si só, já er
tes do sol nascer. O envelope ainda
ixo. Depois caminhou pelas ruas úmidas até uma cafeteria pequena na esq
r do outro lado da vidraça. Pessoas indo para o trabalho,
guia seu curso, mesmo quand
ou. Voltou para o hotel, pegou o
u o lacre com cuidado e
ançava sobre o papel
el
que algo em mim acreditava que
a me es
ara s
então talvez você esteja
Mas continuou lendo, linha por linha, com
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