ue a fazia parar, respirar fundo, e recomeçar. O papel tremia entre se
el
que algo em mim acreditava que
a me es
ara s
ncio absoluto, aquelas palavras pareciam ganhar outro significado. Como se tivessem sido escritas n
E sabia que, quando isso acontecesse, n
mbém est
le sempr
s. O coração deu um sal
olhava. Você não via - ou
enti raiv
, se um dia eu não estivesse m
mo eu
jeito
um jeito que eu
em permissão. As lágrimas escorriam agora, silenciosas,
ma bênção ou
m f
condi de você tantas vezes -
ue você nunca me pe
a quis pr
ao seu lado enqua
rta sobre as perna
s vezes que pensou que estava traindo Benjamin só por lembrar do sorriso de Lucas, por se pegar ima
deve is
a
ve a s
tender o que r
história que
ver cor
as o que houve
lti
inguém
iram que foi ape
ceu. Ela releu aquele pa
do que palavras
ei p
onsegui dize
ucas
recisa
é diferen
ualmen
ele, se
de si mesm
am
r com ele, como se Benjamin ainda estivesse ali, de algum jeito
s soube, naquele momento, que a dor de Benjamin não era só a doença. Nem o cansaço. Havia
vida q
e Lu
é o banheiro, lavou o rosto com
ue lembrava. Mas também mais viva do
ato da galeria. O número estava n
go
uas. Na terceira,
ge Gallery
Eu preciso fal
tro lado da linha. Depois,
ento, po
tiu o coração apertar de novo
página precisa ser escrita - e que talvez,
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