para Evelyn, parecia uma eternidade. A voz dele veio abafada, gr
vel
pudesse pensar melhor. Não era uma pergunta. Nem
inha, o silêncio s
ele soou mais próxima, como se tivesse
s contra o peito. As folhas do caderno estavam todas sobre a cama,
eceu naquela
vel
ou, mas manteve o tom firme. - Benjamin sabia que ha
escrev
as. Que você sabia.
um si
om pesado, antigo, como se o e
. Mas achei que você nunca v
iga agora. E
tivesse caminhando, talvez para longe de outras pessoas. O
ncontramos. No campo. Ele me ligou, pedindo que eu fo
de Evelyn
bre
nuou, a voz estava mais baixa. - Sabia o que eu sentia. E, de alguma fo
A dor ali não era só c
fingir estar bem. - A voz de Lucas ficou rouca. - Disse
cansado. Mas ele não me
talmente honesto. Disse que não queria morrer sendo olhado
rem. Mordeu o lábio inferio
en
ntos com você. Momentos sozinho. Conversas. Reflexões. Era quase um diário visual. E disse
ue não me
ndo, e a resposta
tia que, de alguma forma, a minha presença tinha acelerado aquilo. E fu
mas ela não se mexeu. Só ficou ali, em silêncio, o
tes que pudesse pensar. Era bruta
morou a
... não se importou em evitar. Ele estava fraco. E quand
engoliu
os v
sisti. Não tive coragem. Mas s
a correr. A outra parte sabia
se por fim. - E
voz dele era u
tenhamos escrito ela nas margens. Benjamin s
resposta. Depois, recos
era o fio que ligava todos eles. O homem que se
vez, ela estaria pronta
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