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A Estrela da Manhã Que Renasceu

Capítulo 3 

Palavras: 1061    |    Lançado em: 20/06/2025

manter-se o mais invisível possível, ev

passasse depressa até ao dia da s

sair daquela casa

terminada a infernizar

o pequeno canteiro de madressilvas que teimava em man

pareceu,

daninhas, Sofia? Tal como te

a, continuando

iu um empurrão f

o, a mão direita aterrando sobre uma pe

a percorreu-

o sangue a escorrer de u

com o vermelho vivo

ão desastrada!" A voz de B

u no jardim, atraído pelos

se pass

ando-lhe o braço. "A Sofia caiu, acho que se mag

mão a sangrar, e depois para Beatriz, a

a Sofia, pegou em B

com ela. Ela sabe cuidar de si

cruel, era mais uma facada no

ação de abandono t

ara ti, Diogo!" acusou Beatriz, a voz a tremer de falsa indign

tão descarad

as a dor e a perda de sangue co

ara Sofia com

mpre invejosa, sempre destrutiva. Não

como ácido. Dor emocio

ntar-se, mas as p

girar. O som das v

r a consciência foi o rosto triunfant

austão, e dep

u com

o, a mão enfaixada

ua frente, os rosto

a o pai. "Atacar a tua irmã! Tentar de

aram-se de Sofia, mas a

da de uma vida

"Foi ela quem me empurrou! Ela mente! Vocês nunca

e pareceu surpreendê

s por um

eu-lhe uma bofeta

rou-se com o horro

ele. "Ela é um anjo comparada contigo! Tu nasceste

ersa para a sua vio

i o rim que deste. De res

o, o rosto uma másca

to, a campa

mpôs-se ra

Veio buscar a Bea

o quarto e

ciou Diogo, os pais de

çados, palav

o, entra. A Be

diante, como se nada

ncolhida na cama, o rosto

r, mas Beatriz ag

mor. Esto

a de culpa implícita para Sofia, era

e raiva con

ram, o pai virou-se para Sofi

amento, vais para o conve

o cruel

roupa do corpo. Vais aprender o

a apresentado como um "retiro espiritual",

ituação abate

não re

mento tomar

posta que conhecia, a única

carro velho, conduzido por um homem tacitu

, para um convento antigo e isolad

ele, mas não tanto com

austeras, o am

, a fazer tarefas pesadas,

constante, mas as m

do perfume das madressilvas, da voz d

com a sua realidad

is, a madre sup

uerem saber se te arrepe

a freira, o ros

pondeu, a voz vazia. "Ar

pareceu s

ção e o trabalho

u para a su

ndera-

do naquela família. Arrepen

de não ter fu

mento não era o qu

nte da sua

e que só podia contar consigo mesma, era

ra o seu fim. Se

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A Estrela da Manhã Que Renasceu
A Estrela da Manhã Que Renasceu
“Meus pais me chamaram à sala de estar, o ar pesado com uma formalidade gelada. Eu, Sofia Pereira, sempre fui a segunda, a dispensável, a sombra da minha irmã Beatriz. Até que a notícia do noivado da minha irmã Beatriz e Diogo Almeida me atingiu como um raio. E, para 'garantir a harmonia', fui sentenciada a um 'retiro espiritual': exilada num convento remoto na Serra da Estrela, até o casamento ser 'consumado'. O eufemismo 'problemas' pairou, mais uma condenação do que uma sugestão. Desde que nasci, fui apenas uma ferramenta: um rim sobressalente para a minha irmã doente, a minha vida inteira moldada pela necessidade deles. O meu amor por Diogo - a quem secretamente chamei 'Estrela da Manhã' - foi roubado: Beatriz aproveitou-se da amnésia dele, convencendo-o de que ela fora a sua salvadora. Diogo, o homem que eu amava, agora me via com desprezo e crueldade. Humilhada publicamente na festa de noivado, abandonada no hospital pelo desmaio, a minha família preocupava-se apenas em pagar a conta. Meu pai agrediu-me fisicamente, cego de raiva: 'A tua única utilidade foi o rim que deste. De resto, só tens sido um fardo!' Como pude ser tão cega? Como a crueldade deles me marcou? A minha existência era apenas um fardo, uma ferramenta. A dor excruciante, a traição dos que mais amava. Mas, no fundo do poço, algo estalou: uma clareza aterrorizante. A Sofia Pereira morreu ali. E comecei a fazer as malas, não para um convento, mas para uma nova vida. Uma vida onde eu serei a protagonista, não uma figurante sofredora.”