Maura Dylan
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Livros e Histórias de Maura Dylan
Não Sou Mais Seu Cachorro
Romance Eu estava relaxando em casa, esperando Patrícia chegar do trabalho, quando decidi dar uma olhada no vídeo que ela acabou de postar. Era só uma visão do novo escritório dela, lá no arranha-céu no Centro. "Um novo começo!", dizia a legenda.
Mas aí o áudio... ouvi a voz de um homem, brincando: "Com um escritório desses, você nem precisa mais daquele seu namorado, né?". E a risada da Patrícia, antes de responder, com uma frieza que eu nunca tinha escutado: "Não. Eu ganho milhões por ano; ele é só um cachorro que eu sustento".
O telefone quase caiu da minha mão. "Um cachorro que eu sustento." As palavras ficaram ecoando na minha cabeça, uma martelada no peito, de novo e de novo.
Cinco anos. Cinco anos em que larguei tudo pela carreira dela: a empresa da minha família, briguei com meu pai, mudei de cidade. Eu era o porto seguro, o 'faz-tudo' em casa, para que ela pudesse brilhar.
E agora eu entendi. Não era um parceiro. Era um animal de estimação.
A amargura subiu, sufocante. Caminhei em transe até o quarto, peguei a caixinha de veludo. O anel de noivado de diamante rosa que eu planejava dar a ela em dez dias, zombando de mim. Sem pensar duas vezes, joguei-o pela janela, observando o brilho desaparecer na escuridão.
Nenhum arrependimento. Apenas um vazio gelado.
Peguei o celular e liguei para meu pai: "Pai, aceito o casamento arranjado. Demita a Patrícia da empresa".
Depois, para a organizadora do casamento. "A noiva", eu disse, com voz firme. "A noiva precisa ser trocada. Sim, é outra pessoa."
Ela ficou em choque, mas eu desliguei. Sentei no escuro, esperando. A contagem regressiva para a humilhação dela tinha começado. A Mulher Que Virou o Jogo
Romance Por dez anos, vivi o cheiro de maresia e peixe, orgulhosa da nossa vida simples de pescadores, tudo por amor ao meu marido, Pedro Henrique.
Mas, em uma viagem para comprar o remédio de tosse do nosso filho, vi o Pedro. Não o meu pescador humilde, mas um homem em terno caro, saindo de uma BMW com Ana Paula, minha melhor amiga, deslumbrante em seda e joias, e beijando-a na boca sem pudor.
Fiquei paralisada, o pacote de remédio pesando uma tonelada. A mentira desmoronou: dez anos de sacrifício, amor e vida simples eram uma farsa, e aquele beijo me feriu profundamente.
Como pude ser tão cega? Como ele pôde me enganar por tanto tempo, e com minha melhor amiga? A dor inicial de choque se transformou em uma raiva fria e cortante, um desejo imenso de vingança.
Maria Antônia, a bióloga marinha que abriu mão de uma carreira brilhante, estava de volta. Peguei meu celular velho, digitei o número do Professor Silva e liguei, pronta para retomar minha vida e destruir as muralhas de mentiras que ele construiu. O Sabor Amargo da Traição
Moderno Acordei no hospital, com o cheiro de desinfetante e uma dor de cabeça latejante. Ao meu lado, Pedro, o meu marido, nem sequer me olhava, absorto no telemóvel.
Perguntei o que tinha acontecido e a resposta dele, vazia de carinho, foi um golpe: "Desmaiaste. A tua anemia voltou a atacar. Precisas de descansar." E logo a seguir, a frase que rasgou o pouco que restava: "Tenho de ir. A Sofia precisa de ajuda com um fornecedor."
Ele saiu, deixando-me sozinha com a sopa fria e a dura realidade. Depois de anos a sacrificar a minha carreira de chef para construir o restaurante dos seus sonhos, a gerir tudo enquanto ele desfilava com a "sócia" Sofia, era assim que eu era tratada. Não era apenas a minha saúde que estava frágil, era a minha alma.
Como podia ele ser tão frio? Como podia eu ter dedicado tudo a alguém que me via como uma ferramenta, dispensável e facilmente substituível? Anos de trabalho árduo, de noites sem dormir, de refeições saltadas – tudo para ser descartada sem um pingo de preocupação. Esta não era a vida que eu queria.
Com as mãos a tremer, mas uma nova determinação no coração, peguei no meu telemóvel. Um divórcio. Era hora de lutar por mim. Liguei à minha irmã, Clara, e as minhas palavras foram claras: "Clara, preciso de ajuda." A Segunda Chance de João Pedro
Moderno João Pedro, um arquiteto de renome, acreditava viver um conto de fadas com Sofia, sua namorada e esposa desde a adolescência. Aos 23 anos, o seu mundo parecia perfeito e imutável.
No entanto, um choque brutal quebrou a ilusão. Ele despertou subitamente no seu primeiro ano de casamento, com 24 anos, mas com memórias vívidas de um futuro devastador: a "morte" trágica de Sofia num acidente de iate, que o arruinaria, levando-o a 20 anos de luto amargo e a uma doença terminal. Pior ainda, a verdade de que essa "morte" era uma farsa – um plano cruel da sua esposa e do seu amante, Ricardo.
Agora, cada sorriso de Sofia, cada desculpa para as suas saídas secretas e os sussurros que ele ouvira sobre o "plano da lancha" para o eliminar por dinheiro, ressoavam como uma traição indizível. Ele vê a mulher ao seu lado não como o amor da sua vida, mas como a mente fria por trás da sua futura desgraça.
Como pôde ter sido tão cego? Aquele conto de fadas transformado num pesadelo gelado, o homem que ela viria a destruir na primeira vida, agora sabia a verdade. A dor lacerante da traição misturava-se a uma raiva gelada.
Ele não seria mais a vítima tola. Com o futuro desvelado, João Pedro decidiu que era a sua vez de jogar. Se ela forjaria a morte dele, ele forjaria a sua própria - e viveria para ver Sofia pagar por cada mentira, cada abraço falso e cada pedaço da sua vida que ela estava prestes a roubar. A Estrela da Manhã Que Renasceu
Moderno Meus pais me chamaram à sala de estar, o ar pesado com uma formalidade gelada. Eu, Sofia Pereira, sempre fui a segunda, a dispensável, a sombra da minha irmã Beatriz.
Até que a notícia do noivado da minha irmã Beatriz e Diogo Almeida me atingiu como um raio. E, para 'garantir a harmonia', fui sentenciada a um 'retiro espiritual': exilada num convento remoto na Serra da Estrela, até o casamento ser 'consumado'.
O eufemismo 'problemas' pairou, mais uma condenação do que uma sugestão. Desde que nasci, fui apenas uma ferramenta: um rim sobressalente para a minha irmã doente, a minha vida inteira moldada pela necessidade deles. O meu amor por Diogo - a quem secretamente chamei 'Estrela da Manhã' - foi roubado: Beatriz aproveitou-se da amnésia dele, convencendo-o de que ela fora a sua salvadora. Diogo, o homem que eu amava, agora me via com desprezo e crueldade. Humilhada publicamente na festa de noivado, abandonada no hospital pelo desmaio, a minha família preocupava-se apenas em pagar a conta. Meu pai agrediu-me fisicamente, cego de raiva: 'A tua única utilidade foi o rim que deste. De resto, só tens sido um fardo!'
Como pude ser tão cega? Como a crueldade deles me marcou? A minha existência era apenas um fardo, uma ferramenta. A dor excruciante, a traição dos que mais amava.
Mas, no fundo do poço, algo estalou: uma clareza aterrorizante. A Sofia Pereira morreu ali. E comecei a fazer as malas, não para um convento, mas para uma nova vida. Uma vida onde eu serei a protagonista, não uma figurante sofredora. Você pode gostar
Grávida e Divorciada: Escondi o Herdeiro Dele
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Mas ao chegar em casa, antes que eu pudesse contar a novidade, Orvalho jogou um envelope na mesa de mármore.
"O contrato acabou. Busca voltou."
Eram papéis de divórcio. Ele estava me descartando para ficar com a ex-namorada que acabara de retornar.
Tentei processar o choque, mas meus olhos caíram na Cláusula 14B: qualquer gravidez resultante da união deveria ser interrompida ou a criança seria tomada e enviada para um internato no exterior.
Ele queria apagar qualquer vestígio meu de sua linhagem perfeita.
Engoli o choro e o segredo.
Nos dias seguintes, o inferno começou. Ele me obrigou a organizar a festa de boas-vindas da amante na empresa onde eu trabalhava.
Vi Orvalho comer pratos apimentados para agradar Busca, o mesmo homem que jogava minha comida no lixo se tivesse um grão de pimenta.
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Quando o enjoo matinal me atingiu no meio de uma reunião, Orvalho me encurralou no banheiro, desconfiado.
"Você está grávida?"
O medo me paralisou. Se ele soubesse, meu bebê estaria condenado.
Tirei do bolso um frasco de vitaminas onde eu havia colado um rótulo falso.
"É uma úlcera", menti, engolindo a pílula a seco. "Causada pelo estresse."
Ele acreditou, aliviado, e voltou para os braços dela.
Naquela noite, embalei minhas coisas em uma única caixa. Deixei minha carta de demissão e o anel sobre a mesa.
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