Casamento Relâmpago com o Pai da Minha Melhor Amiga

Casamento Relâmpago com o Pai da Minha Melhor Amiga

Waneta Csuja

5.0
Comentário(s)
63.2K
Leituras
317
Capítulo

Na festa de noivado do meu "guardião", Afonso, ele ria enquanto a noiva dele derramava champanhe no meu vestido barato, zombando da minha ruína financeira. Humilhada e sufocada, fugi para a biblioteca escura, o único lugar onde pensei estar sozinha. Mas dei de cara com uma muralha de homem: Dalton. O bilionário mais temido da cidade e, pior, o pai da minha melhor amiga. Bêbada de desespero e querendo ferir o ego de Afonso, cometi a loucura de olhar nos olhos frios dele e implorar: "Case comigo. Eu preciso de um escudo." Eu esperava que ele risse ou me expulsasse. Em vez disso, ele caminhou até o cofre, tirou um papel e uma caneta pesada. "Assine," ele ordenou, com uma voz que fez o chão tremer. "Mas saiba que se sair por aquela porta comigo, não há volta." Acordei na cobertura dele com um anel de platina no dedo e 52 chamadas perdidas de Afonso. Quando meu ex-guardião me encontrou, tentou me arrastar à força, gritando que controlava meu fundo fiduciário e que esmagaria o "infeliz" que ousou me tocar. Ele não sabia que estava ameaçando o homem que podia comprar a vida dele com o troco do café. Eu tremia, achando que era um fardo para Dalton, apenas um contrato frio para salvar a amiga da filha dele. Mas quando Afonso tentou me coagir, Dalton não apenas o baniu. Em uma tarde, ele dizimou as ações da empresa dos Guimarães, transformando o império deles em pó. E ao me levar para um jardim secreto de rosas brancas - as minhas favoritas - cultivadas meticulosamente há três anos, a verdade aterrorizante me atingiu. Eu não era uma peça de negócios. Ele estava esperando por mim o tempo todo.

Casamento Relâmpago com o Pai da Minha Melhor Amiga Capítulo 1 1

A taça de cristal na mão de Eliza Solomon ia se estilhaçar.

Ela podia sentir as fraturas finas no vidro pressionando sua palma, um espelho perfeito de como seu peito se sentia - apertado, frágil e a um suspiro de explodir.

"Ele parece feliz, não parece?"

A voz veio de sua esquerda. Uma socialite em seda esmeralda, alguém que Eliza conhecia antes do império Solomon desmoronar, antes de se tornar a lamentável protegida da família Hyde. Eles não eram apenas seus guardiões; eram os curadores de mão de ferro do patrimônio Solomon, uma vasta fortuna que ela não poderia tocar até completar vinte e cinco anos, ou se casar. Anson, como o curador principal, controlava cada dólar.

Eliza não respondeu. Não conseguia. Sua garganta havia se fechado em algum momento entre o prato de entrada e o instante em que Anson Hyde entrou no salão de baile com Claudine Chapman em seu braço.

Anson parecia mais do que feliz. Ele parecia vitorioso.

Ele estava no centro do salão, sob o enorme lustre que custava mais do que toda a mensalidade da faculdade de Eliza. Sua mão repousava na curva das costas de Claudine, seus dedos espalmados possessivamente contra o tecido branco do vestido dela. Ele se inclinou, sussurrando algo em seu ouvido que fez Claudine jogar a cabeça para trás e rir.

O som era agudo. Cortou a pesada música orquestral e se alojou diretamente atrás das costelas de Eliza.

Era a mesma risada que Claudine usava quando zombava dos sapatos de segunda mão de Eliza.

"Com licença", murmurou um garçom, esbarrando no ombro de Eliza com uma bandeja pesada.

O champanhe transbordou da borda de sua taça, encharcando o corpete de seu vestido cinza. Estava frio e pegajoso.

O garçom não se desculpou. Ele olhou para ela, a reconheceu como o caso de caridade e torceu o lábio em um sorriso de desdém antes de seguir para servir os convidados que realmente importavam.

O estômago de Eliza se contraiu. A humilhação era um peso físico, pressionando seus ombros até seus joelhos fraquejarem. Ela precisava de ar. Precisava não estar ali, assistindo ao rapaz que segurava as chaves de sua gaiola dourada anunciar seu noivado com a garota que havia transformado aquela gaiola em um inferno na terra. A promessa de "protegê-la" sempre fora uma mentira. Era uma promessa de possuí-la.

Ela se virou e caminhou em direção à biblioteca, mantendo a cabeça baixa.

A biblioteca estava escura, cheirando a papel velho e lustra-móveis de limão. Era o único cômodo na propriedade dos Hyde onde Eliza já se sentira segura. Ela fechou a pesada porta de carvalho atrás de si e encostou a testa na madeira, ofegando por ar. Seus pulmões ardiam.

A maçaneta da porta girou sob seu aperto.

Eliza saltou para trás, limpando os olhos freneticamente. Ela esperava Anson. Esperava que ele entrasse ali e lhe dissesse para parar de fazer cena, para sorrir para as câmeras, para ser grata pelo teto sobre sua cabeça.

Mas a figura que preencheu o vão da porta não era Anson.

Era uma muralha de homem em um smoking preto que parecia absorver a luz fraca do ambiente. Ele era mais alto que Anson, mais largo, com uma quietude sobre ele que fez a temperatura do ar na biblioteca cair dez graus.

Dallas Koch.

A respiração de Eliza engasgou. Por que ele estava aqui? O CEO da Koch Industries, o homem mais poderoso da cidade, não se escondia em bibliotecas. Ele nem sequer olhava para pessoas como Eliza.

Ele ficou ali, a mão ainda na maçaneta de latão, seus olhos escuros percorrendo o rosto dela. Ele observou a mancha de champanhe em seu vestido, as manchas vermelhas em suas bochechas, o jeito como suas mãos tremiam tanto que a taça de cristal chacoalhava.

Por um segundo, a máscara estoica que ele usava - aquela que o fazia parecer uma estátua esculpida em granito - rachou. Um músculo em sua mandíbula se contraiu.

Ele entrou e fechou a porta, isolando o barulho da festa.

Ele enfiou a mão no bolso do peito e tirou um lenço. Era de seda branca, dobrado em um quadrado perfeito. Ele o estendeu para ela sem uma palavra.

Eliza o encarou. "Eu... eu estou bem."

"Você não está bem", disse Dallas. Sua voz era um murmúrio grave, vibrando na sala silenciosa. "Pegue."

Eliza estendeu a mão. Seus dedos roçaram a palma dele enquanto pegava a seda. Uma descarga de eletricidade estática estalou entre eles, aguda e surpreendente. Ela recuou, mas ele não se moveu.

O lenço cheirava a sândalo e algo limpo, como chuva no asfalto. Cheirava a caro. Cheirava a estabilidade.

Do corredor, a voz de Anson chegou através da madeira grossa da porta. Ele estava fazendo um brinde.

"...à minha linda noiva, Claudine..."

As palavras foram como um golpe físico na parte de trás dos joelhos de Eliza. Suas pernas cederam.

Ela não atingiu o chão.

Dallas se moveu com uma velocidade que não deveria ser possível para um homem de seu tamanho. Em um momento ele estava a um metro de distância, e no seguinte, seu braço estava em volta da cintura dela, amparando-a.

Seu aperto era firme. Sólido. Ele a segurou sem esforço, seu braço como uma barra de aço contra a espinha dela.

Eliza olhou para cima. Sua visão estava turva de lágrimas, borrando suas feições, mas ela podia ver a intensidade em seus olhos. Ele não a olhava com pena. Ele a olhava com um tipo aterrorizante de foco.

"Leve-me daqui", ela sussurrou.

As palavras saíram de sua boca antes que ela pudesse impedi-las. Era um apelo desesperado, nascido da desilusão amorosa e do súbito e avassalador instinto de que este homem era a única coisa na sala que não estava tentando esmagá-la.

Dallas ficou imóvel. Seus olhos escureceram, passando de castanhos para algo quase preto. Ele olhou para ela, avaliando o peso de seu pedido, calculando o custo.

"Não haverá volta se sairmos, Eliza", ele avisou. Sua voz era baixa, áspera nas bordas. "Se você sair por aquela porta comigo, não voltará a esta casa."

Eliza assentiu freneticamente. As lágrimas agora escorriam, rastros quentes em sua pele fria. "Por favor. Apenas me tire daqui."

Dallas não hesitou. Ele mudou sua pegada, guiando-a em direção à saída de serviço escondida atrás de uma tapeçaria. Ele moveu seu corpo para protegê-la das câmeras de segurança, bloqueando-a da vista com seus ombros largos.

O ar da noite lá fora era cortante. Um Maybach preto fosco e elegante estava parado no meio-fio com o motor ligado, parecendo um predador à espreita nas sombras.

Dallas abriu a porta pesada e a ajudou a entrar. O interior cheirava a couro e isolamento. Ele bateu a porta, e o silêncio foi absoluto. A música, as risadas, a voz de Anson - tudo havia desaparecido.

Eliza desabou no assento. Havia um decantador de cristal no console central. Ela não pensou. Apenas despejou o líquido âmbar em um copo e bebeu de um só gole.

Ardeu. Ardeu por todo o caminho até seu estômago vazio, incendiando seu sangue.

Dallas sentou-se no banco do motorista. Ele não olhou para ela. Agarrou o volante com tanta força que seus nós dos dedos ficaram brancos.

"Para onde estamos indo?", ela perguntou, sua voz arrastando-se um pouco enquanto o álcool atingia seu sistema com a força de um caminhão.

"Para minha casa", disse Dallas.

O carro se moveu. As luzes da cidade se transformaram em rastros de neon. Eliza sentiu-se tonta, à deriva. O álcool se misturava com a adrenalina e a dor, criando um coquetel tóxico em seu cérebro.

Ela olhou para o perfil de Dallas. Ele era o pai de Azalea. Ele era de família tradicional. Ele era poder.

"Eu preciso de um escudo", ela murmurou, as palavras saindo atropeladas. "Eu preciso de uma muralha que ele não possa escalar."

Dallas olhou para ela pelo espelho retrovisor. Sua expressão era indecifrável.

Eles chegaram a um prédio que perfurava o céu. A subida de elevador foi um borrão de enjoo. Quando as portas se abriram para a cobertura, Eliza tropeçou.

Dallas estava lá novamente, firmando-a. Suas mãos em seus braços pareciam quentes através do tecido fino de seu vestido.

Ela olhou para ele. Na iluminação forte do hall de entrada, ele não parecia um salvador. Ele parecia perigoso.

"Case-se comigo", ela soltou de supetão.

O silêncio que se seguiu foi ensurdecedor.

Era o álcool falando, sim, mas também era uma jogada desesperada e calculada. Casar-se com Anson era uma sentença de vida. Mas casar-se com qualquer outra pessoa... essa era a brecha no testamento de seu pai. Era sua única cláusula de escape. Era o instinto de sobrevivência de um animal ferido tentando encontrar o único predador na floresta que poderia matar o lobo em sua garganta.

Dallas congelou. O ar na cobertura tornou-se elétrico, carregado com uma tensão que fez os pelos dos braços de Eliza se arrepiarem.

Ele não riu. Ele não lhe disse que ela estava bêbada.

Ele caminhou até um cofre de parede escondido atrás de uma pintura. Ele digitou um código, os bipes altos na sala silenciosa. Ele tirou um documento e uma pesada caneta-tinteiro.

Ele voltou para ela e colocou o papel na mesa de console de mármore.

"Assine", ele ordenou. Sua voz era suave, mas carregava o peso de um martelo de juiz batendo na madeira.

Eliza piscou, tentando focar no papel. As palavras dançavam. Ela viu "Casamento" e "Acordo".

Ela não se importava com os detalhes. Só queria que Anson soubesse que ela tinha ido embora. Queria queimar a ponte tão completamente que nunca mais pudesse atravessá-la.

Ela pegou a caneta. Sua assinatura estava bagunçada, um rabisco irregular na linha de baixo.

"Feito", ela sussurrou.

A caneta escorregou de seus dedos e caiu ruidosamente no mármore. A sala inclinou-se para o lado.

A última coisa que sentiu foi Dallas a segurando novamente, levantando-a em seus braços enquanto a escuridão a engolia por completo.

Continuar lendo

Outros livros de Waneta Csuja

Ver Mais

Você deve gostar

Renascendo dos Escombros: O Retorno Épico de Starfall

Renascendo dos Escombros: O Retorno Épico de Starfall

Su Liao Bao Zi

Sangrando no volante do meu carro destruído, com a visão turva e o gosto de cobre na boca, usei minhas últimas forças para ligar para o meu marido. Era a minha única chance de salvação nesta tempestade. Mas quem atendeu foi o assistente dele, com uma frieza metálica: "O Sr. Wilson disse para parar com o teatro. Ele mandou avisar que não tem tempo para a sua chantagem emocional hoje." A linha ficou muda. Enquanto os paramédicos me arrastavam para fora das ferragens, vi na TV da emergência o motivo da "ocupação" dele. Meu marido estava ao vivo, cobrindo sua ex-namorada, Gema, com seu paletó para protegê-la da mesma chuva que quase me matou. O olhar dele para ela era de pura adoração. Quando voltei para a nossa cobertura para pegar minhas coisas, encontrei no bolso daquele mesmo paletó uma ultrassonografia com o nome dela. Ao me ver, ele não perguntou se eu estava bem. Ele me chamou de "decoração quebrada", jogou um cheque em branco na minha cara e congelou todos os meus cartões de crédito. "Você não é nada sem mim," ele disse, rindo com desdém. "Vai rastejar de volta em uma semana quando a fome apertar." Ele achava que tinha se casado com uma esposa troféu inútil e dependente. O que Arpão não sabia é que a "decoração" tinha uma vida secreta. Eu sou Starfall, a lenda anônima da dublagem, com milhões escondidos em contas offshore que ele nem sonha que existem. Limpei o sangue do rosto, peguei meu microfone profissional e caminhei até o estúdio da empresa dele. Não para pedir desculpas. Mas para roubar o papel principal do filme que a amante dele desesperadamente queria, e destruir o império deles com a minha voz.

Libertada do inferno para reivindicar meu império

Libertada do inferno para reivindicar meu império

Clara Voss

Hayley foi traída por aqueles que deveriam amá-la acima de tudo. Para salvar a preciosa filha adotiva de uma punição merecida, os próprios pais de Hayley a mandaram direto para um pesadelo vivo - uma prisão infame onde sobreviver exigia crueldade e a fraqueza significava morte. Quatro anos depois, a garota que entrara por aqueles portões de ferro não existia mais. Ela emergiu com uma única regra inquebrável gravada na alma: toda traição se pagaria com uma vingança multiplicada. No dia em que Hayley foi libertada, o mundo estremeceu. Uma fila de carros de luxo se alinhava na estrada, e uma legião de seguidores leais aguardava seu retorno triunfante. Seu pai tentou comprar seu silêncio com dinheiro, mas dinheiro havia perdido poder sobre ela há muito tempo. Sua irmã adotiva se escondia atrás de palavras doces e falsa bondade, mas sorrisos vazios não a enganavam mais. Tudo o que havia sido roubado seria recuperado - pedaço por pedaço. Quando seus pais tentaram casar a filha adotiva com o homem mais temido da cidade, os lábios de Hayley se curvaram em um sorriso frio. "Só em seus sonhos." Com o apoio de aliados misteriosos e uma prisão inteira disposta a incendiar o mundo por ela, Hayley desmantelou seus inimigos com uma precisão aterrorizante. O que ela fez chamou a atenção de um "tirano". "Você é interessante. Seja minha mulher, e a cidade será sua." Hayley ergueu uma sobrancelha, indiferente. "Quer me domar? Tente se tiver coragem." Assim, a alta sociedade tornou-se o campo de batalha deles, onde poder confrontava desejo e ambição se chocava com obsessão. Nesse jogo implacável de domínio e tentação, quem se ajoelharia primeiro? A garota que uma vez fora abandonada no inferno ergueu-se de suas cinzas, coroada por fogo e vingança.

Rejeitada pelo Filho, Escolhi o Don

Rejeitada pelo Filho, Escolhi o Don

Roda Kinder

O ar na catedral cheirava a incenso e perigo. Eu estava no altar, vestida de branco, pronta para selar o pacto de paz entre a minha família e o Chicago Outfit. Mas o noivo não apareceu. Fui informada ali mesmo, diante dos predadores mais cruéis da cidade, que Alex Moreno, o herdeiro mimado, havia fugido para a Califórnia com uma cantora de cabaré. Os sussurros maliciosos começaram imediatamente. A família dele, para encobrir a vergonha e não quebrar o contrato de sangue, tentou me empurrar para as "sobras": um primo agressivo que me faria de saco de pancadas ou um garoto covarde que nos faria ser devorados vivos pelos inimigos. As mulheres da família já sorriam com desdém, prontas para me tratar como mercadoria danificada e o motivo de chacota da máfia para o resto da vida. A humilhação não me trouxe lágrimas, mas uma tempestade de fogo que queimou minhas veias. Eles queriam que eu abaixasse a cabeça, aceitasse meu destino de noiva rejeitada e vivesse como uma vítima assustada no canto escuro de uma mansão. Em vez de desmoronar, arranquei meu véu e o joguei no chão de mármore frio. O contrato exigia que eu me casasse com um homem Moreno solteiro para selar a aliança, mas não especificava qual. "Eu mesma escolherei meu marido." Levantei a mão, ignorando os suspiros chocados da congregação, e apontei diretamente para o homem mais letal e temido da primeira fileira: o pai do meu ex-noivo e o Don implacável de Chicago. "Eu escolho o Don."

O Arrependimento do Alfa: Ele Perdeu Sua Loba Branca Destinada

O Arrependimento do Alfa: Ele Perdeu Sua Loba Branca Destinada

Qing Yi

Eu estava me afogando na piscina, o cloro queimando meus pulmões como ácido, mas meu companheiro predestinado, Jax, nadou direto por mim. Ele pegou Catarina, a capitã da equipe de natação que fingia uma cãibra, e a carregou para a segurança como se ela fosse feita do vidro mais frágil. Quando me arrastei para fora, tremendo e humilhada, Jax não me ofereceu a mão. Em vez disso, ele me fuzilou com olhos cor de avelã, frios e distantes. — Pare de se fazer de vítima, Eliana — ele cuspiu na frente de toda a alcateia. — Você só está com inveja. Ele era o Herdeiro Alfa, e eu era a fracassada que nunca tinha se transformado. Ele quebrou nosso vínculo pedaço por pedaço, culminando na sagrada Árvore da Lua, onde ele riscou nossas iniciais entalhadas para substituí-las pelas dela. Mas o golpe final não foi emocional; foi letal. Catarina jogou as chaves do meu carro em um lago infestado de Acônito. Enquanto o veneno paralisava meus membros e eu afundava na água escura, incapaz de respirar, vi Jax parado na margem. — Pare de fazer joguinhos! — ele gritou para as ondulações na água. Ele virou as costas e foi embora, me deixando para morrer. Eu sobrevivi, mas a garota que o amava não. Finalmente aceitei a rejeição que ele nunca teve coragem de verbalizar. Jax achou que eu rastejaria de volta em uma semana. Ele achou que eu não era nada sem a proteção da alcateia. Ele estava errado. Mudei-me para São Paulo e entrei em um estúdio de dança, direto para os braços de um Alfa Verdadeiro chamado Davi. E quando finalmente me transformei, não fui uma Ômega fraca. Eu era uma Loba Branca. Quando Jax percebeu o que tinha jogado fora, eu já era uma Rainha.

O Defeito Humano É A Rainha Loba Branca

O Defeito Humano É A Rainha Loba Branca

Callista

Cinco anos atrás, fui expulsa da minha alcateia por ser um "defeito" — uma loba que não conseguia se transformar. Hoje, retornei à Cúpula dos Alphas, não como uma dignitária, mas como uma faxineira esfregando o chão. — Olha só a vira-lata — meu ex-noivo, Liam, zombou, jogando um maço de dinheiro aos meus pés. Sua nova parceira, Seraphina, riu com crueldade. — Pega isso e compra comida para o seu filho bastardo. Depois, suma da minha frente. Tentei ignorá-los, mas meu filho de três anos correu para me defender. Quando Seraphina tentou bater nele, uma onda de choque de pura energia Alpha sombria a arremessou para trás. — Ele é um monstro! Prendam eles! — ela gritou, histérica. Os seguranças nos cercaram, com seus cassetetes de choque apontados para uma criança. Protegi meu filho, preparando-me para a dor, sabendo que uma "humana" como eu não tinha direitos ali. De repente, as pesadas portas do salão de baile se desintegraram em pó. Um silêncio mais pesado que a gravidade esmagou o ambiente. Damien, o Rei Alpha, atravessou os escombros. Seus olhos violeta não olharam para os Alphas trêmulos. Eles travaram em mim. Ele passou pelos dignitários, passou pelo meu ex aterrorizado e parou na minha frente. Então, a criatura mais poderosa da Terra caiu de joelhos. Ele tocou meu rosto gentilmente, a voz tremendo de reverência. — Finalmente te encontrei, minha Rainha. Ele se virou para o salão, os olhos queimando com fogo violeta. — Quem ousou tocar na minha Luna?

Capítulo
Ler agora
Baixar livro
Casamento Relâmpago com o Pai da Minha Melhor Amiga Casamento Relâmpago com o Pai da Minha Melhor Amiga Waneta Csuja Romance
“Na festa de noivado do meu "guardião", Afonso, ele ria enquanto a noiva dele derramava champanhe no meu vestido barato, zombando da minha ruína financeira. Humilhada e sufocada, fugi para a biblioteca escura, o único lugar onde pensei estar sozinha. Mas dei de cara com uma muralha de homem: Dalton. O bilionário mais temido da cidade e, pior, o pai da minha melhor amiga. Bêbada de desespero e querendo ferir o ego de Afonso, cometi a loucura de olhar nos olhos frios dele e implorar: "Case comigo. Eu preciso de um escudo." Eu esperava que ele risse ou me expulsasse. Em vez disso, ele caminhou até o cofre, tirou um papel e uma caneta pesada. "Assine," ele ordenou, com uma voz que fez o chão tremer. "Mas saiba que se sair por aquela porta comigo, não há volta." Acordei na cobertura dele com um anel de platina no dedo e 52 chamadas perdidas de Afonso. Quando meu ex-guardião me encontrou, tentou me arrastar à força, gritando que controlava meu fundo fiduciário e que esmagaria o "infeliz" que ousou me tocar. Ele não sabia que estava ameaçando o homem que podia comprar a vida dele com o troco do café. Eu tremia, achando que era um fardo para Dalton, apenas um contrato frio para salvar a amiga da filha dele. Mas quando Afonso tentou me coagir, Dalton não apenas o baniu. Em uma tarde, ele dizimou as ações da empresa dos Guimarães, transformando o império deles em pó. E ao me levar para um jardim secreto de rosas brancas - as minhas favoritas - cultivadas meticulosamente há três anos, a verdade aterrorizante me atingiu. Eu não era uma peça de negócios. Ele estava esperando por mim o tempo todo.”
1

Capítulo 1 1

26/02/2026

2

Capítulo 2 2

26/02/2026

3

Capítulo 3 3

26/02/2026

4

Capítulo 4 4

26/02/2026

5

Capítulo 5 5

26/02/2026

6

Capítulo 6 6

26/02/2026

7

Capítulo 7 7

26/02/2026

8

Capítulo 8 8

26/02/2026

9

Capítulo 9 9

26/02/2026

10

Capítulo 10 10

26/02/2026

11

Capítulo 11 11

26/02/2026

12

Capítulo 12 12

26/02/2026

13

Capítulo 13 13

26/02/2026

14

Capítulo 14 14

26/02/2026

15

Capítulo 15 15

26/02/2026

16

Capítulo 16 16

26/02/2026

17

Capítulo 17 17

26/02/2026

18

Capítulo 18 18

26/02/2026

19

Capítulo 19 19

26/02/2026

20

Capítulo 20 20

26/02/2026

21

Capítulo 21 21

26/02/2026

22

Capítulo 22 22

26/02/2026

23

Capítulo 23 23

26/02/2026

24

Capítulo 24 24

26/02/2026

25

Capítulo 25 25

26/02/2026

26

Capítulo 26 26

26/02/2026

27

Capítulo 27 27

26/02/2026

28

Capítulo 28 28

26/02/2026

29

Capítulo 29 29

26/02/2026

30

Capítulo 30 30

26/02/2026

31

Capítulo 31 31

26/02/2026

32

Capítulo 32 32

26/02/2026

33

Capítulo 33 33

26/02/2026

34

Capítulo 34 34

26/02/2026

35

Capítulo 35 35

26/02/2026

36

Capítulo 36 36

26/02/2026

37

Capítulo 37 37

26/02/2026

38

Capítulo 38 38

26/02/2026

39

Capítulo 39 39

26/02/2026

40

Capítulo 40 40

26/02/2026