/0/18906/coverbig.jpg?v=6d63f189201557ab1eb218552ca7914d&imageMogr2/format/webp)
o de Elisa Relíquia est
a. Era o espelho perfeito de como seu peito estava agora.
e tão fel
tornar a órfã digna de pena sob a guarda da família Vulto. Eles não eram apenas seus tutores. Eram os administradores implacáveis da herança dos Relíquia. Uma fortu
eu. Ela simplesme
aperitivos e o instante em que Anselmo Vulto entrou no s
is do que feliz. Ele tin
a. A mão dele descansava na base das costas de Cláudia. Os dedos se espalhavam de forma possessiva contra o tecido br
a da orquestra e desabou direto sobre o
áudia usava quando zombava dos
rou, esbarrando no ombro de
uido molhou o corpete do seu vestido c
garota que vivia de caridade, e torceu o lábio com nojo antes de s
Precisava sumir daqui. Ela não suportava mais assistir o homem que segurava as chaves da sua gaiola dourada anunciar o noivado com a garota qu
ou em direção à biblioteca
nico cômodo na mansão dos Vulto onde Elisa já havia se sentido segura. Ela fechou a pesada porta de c
a girou s
va ver Anselmo. Esperava que ele entrasse ali para mandar ela parar de fa
encheu o batente da
absorver a pouca luz do ambiente. Ele era mais alto que Anselmo. Mais largo. Havia u
te
dústrias Fole, o homem mais letal e poderoso da cidade, não se escondia
dela. Ele registrou a mancha de champanhe no vestido. As manchas vermelhas de choro nas boch
va rachou. Aquela mesma máscara que o fazia parecer uma está
fechou a porta, selando o bar
enço. Era de seda branca, dobrado em um quadrado perfei
o tecido. Eu..
voz dele era um trovão baixo, vibr
a seda. Um choque de eletricidade estalou entre eles, rápido e
limpo, como chuva no asfalto. Tinha chei
ravessou a madeira grossa da por
a linda noiv
marreta na parte de trás dos joel
ão atingi
em daquele tamanho. Em um instante ele estava a um metro de distância, e n
entou sem o menor esforço. O braço dele par
. Mas ela conseguia ver a intensidade brutal naqueles olhos. Ele não a olhava
aqui, ela
esperada. Nascida de um coração destroçado e do instinto repentino e esmagador de q
castanhos para um tom quase negro. Ele olhou para baix
le era baixa, áspera nas bordas. Se você passar por aque
as transbordavam agora, trilhas quentes em s
s escondida atrás de uma tapeçaria. Ele posicionou o próprio corpo para protegê-la
ach preto fosco e elegante aguardava no meio-
ava a couro e isolamento. Ele bateu a porta, e o silêncio foi ab
cristal no console central. Ela não pensou. Apenas se
caminho até seu estômago v
hou para ela. Ele apertou o volante com tanta
saiu um pouco arrastada enquanto o álcool a
a casa, Dan
neon. Elisa se sentia tonta, à deriva. O álcool estava se misturando
o pai de Gardênia. Ele era dinheiro anti
alavras tropeçando umas nas outras. Eu prec
ho retrovisor. A express
. A viagem de elevador foi um borrão de náusea. Quan
u corpo. As mãos dele em seus braços pareci
all de entrada, ele não parecia um salv
igo, ela
se seguiu foi
Mas casar com qualquer outra pessoa... essa era a brecha no testamento do seu pai. Era sua única cláusula de fuga. Era o instinto de
étrico. Carregado com uma tensão que fez o
não disse que e
ntura. Ele digitou um código. Os bipes soaram altos na sala s
ocou o papel sobre a mes
uave, mas carregava o peso de um
no papel. As palavras dançava
lmo soubesse que ela havia partido. Ela queria implodir a po
natura foi uma bagunça, um rab
ela sus
os e caiu no mármore com um est
urando mais uma vez, erguendo-a em seus braço
/0/18906/coverbig.jpg?v=6d63f189201557ab1eb218552ca7914d&imageMogr2/format/webp)