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de Elisabete Salomão es
ntra a palma da mão, um espelho perfeito de como seu peito
ce feliz,
que Elisabete conhecia antes do Império Salomão desmoronar, ante
respondeu. Ela
a entrada e o instante em que Afonso Guimarães entr
s do que feliz. El
mensalidade da faculdade de Elisabete. Sua mão repousava na curva das costas de Cl
o no ouvido dela que fez Cláudia
rquestral pesada e se alojou diretamente a
usava quando zombava dos sapa
rçom, esbarrando no ombro de E
aça, encharcando o corpete do vestido
como a "favorecida", e curvou o lábio em desdém antes de segu
ão era um peso físico, pressionando seus ombros
ssistindo ao garoto que prometeu protegê-la anu
em direção à biblioteca,
odo na propriedade dos Guimarães onde Elisabete já havia se sentido segura. Ela fechou a pesa
lmões q
girou sob
Afonso. Esperava que ele entrasse ali para dizer a ela para parar de fazer
preencheu a por
pouca luz do ambiente. Ele era mais alto que Afonso, mais largo, c
lt
do Grupo Dalton, o homem mais poderoso da cidade, não se escondia
maçaneta de latão, os olhos es
has vermelhas nas bochechas dela, a maneira como as mã
uela que o fazia parecer uma estátua esculpida em gr
orta, selando o ruído d
o. Era de seda branca, dobrado em um quadrado perfe
olhou para
eu est
. Sua voz era um estrondo baixo, v
ela pegou a seda. Um choque de eletricidade estática estalou entr
impo, como chuva no asfalto. Cheirava
ou através da madeira grossa da po
nha linda noi
sico na parte de trás dos joelhos
atingi
homem do tamanho dele. Num momento ele estava a um metro de distância, e
a segurou sem esforço, o braço como u
ndo as feições dele, mas ela podia ver a intensidade nos olhos dele. El
mbora - ela
desesperado, nascido de um coração partido e do instinto súbito e avassalador
o de castanho para algo quase preto. Ele olhou para
A voz era baixa, áspera nas bordas. - Se você sair po
. As lágrimas transbordavam agora
r. Só me t
erviço escondida atrás de uma tapeçaria. Ele moveu o corpo para protegê-l
preto fosco e elegante estava parado no meio-fi
irava a couro e isolamento. Ele bateu a porta, e o silêncio foi
stal no console central. Ela não pensou. Apenas serv
minho até seu estômago vaz
olhou para ela. Ele segurou o volante com tan
voz levemente arrastada enquanto o álcool a
u lugar - d
on. Elisabete sentiu-se tonta, à deriva. O álcool estava se misturando
. Ele era o pai de Azaleia. Ele e
ou, as palavras tropeçando. - Eu preci
lo espelho retrovisor. S
. A viagem de elevador foi um borrão de enjoo. Quando
As mãos dele em seus braços pareciam q
dura do saguão, ele não parecia
migo - el
se seguiu foi
ência de um animal ferido tentando encontrar o m
elétrico, carregado com uma tensão que fez os
não disse que e
ma pintura. Digitou um código, os bipes altos na sala si
olocou o papel na mesa
ra suave, mas carregava o peso de
r no papel. As palavras nadavam
nso soubesse que ela tinha ido embora. Ela queria queimar a
tura saiu bagunçada, um rabisc
- ela su
dedos e tilintou no mármore.
ando-a novamente, levantando-a em seus braço
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