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Minha Voz, Minha Vida: O Renascer da Fadista

Capítulo 4 

Palavras: 552    |    Lançado em: 20/06/2025

struções aos

cipal para a Dona Clara. Certifique

a. Sofia era uma somb

Inês volt

Clara adora bacalhau com nat

m dá uma ordem a

Nenhuma empregada conseguia ace

aprendera a

eus sacrifíci

Sofia, a voz neutra. "N

nrolado estrategicamente algu

na cozinha

ndido. Era a primeira vez que

e diplomátic

sa. Ou então... Diogo, lembras-te daquela tasca em Alfam

-se. "Claro que me lembro

Assim não temos de comer a

o Diogo certamente pens

as mãos "fer

o consig

ia. Era a sua única

a sala era

ão vamos todos passa

riso encantador,

à tasca! Será divertido

ordou imed

os! Tu tam

disfarçada. Ela fazia parte da m

Clara e Inês fala

adas internas, um mundo do

la, sentindo-se uma

altura, viro

tamos a ser mal-educ

e desculpas

bilmente. "Não

faria parte do

biente era rui

pouco, procurando um

de Clara, a energia de Diogo n

quilo acabasse. Que

esa, Diogo f

umas pataniscas, e aquele queijo de Azeitão

a todos os

irou-se p

fia? O qu

anos, ele perguntav

não lhe

rial e um pires de tremoços,

ção para Clara, servind

Eram um casal. Ela

a confusão num

ussão qu

ma frigideira de barro cheia

eira voo

puxou Clara para si, p

ao lado dele,

er atingiu-a em

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Minha Voz, Minha Vida: O Renascer da Fadista
Minha Voz, Minha Vida: O Renascer da Fadista
“Por cinco anos, minha vida foi uma coreografia meticulosa de serviço. Na opulenta quinta dos Azevedo, preparei o café, as torradas e o sumo fresco para Diogo. Nosso casamento? Um "contrato de gratidão" impiedoso. Ele descia as escadas, olhos colados ao telemóvel, a minha existência uma sombra em sua rotina. Nem um "bom dia". Um dia, espreitei o ecrã: "Clara". Um sorriso genuíno e luminoso rasgou o rosto de Diogo- um sorriso nunca a mim dirigido. Pousei uma pasta à sua frente. "São os papéis do divórcio. E uns documentos para caridade, para assinares." A matriarca dissera: "A Clara regressou." Era o fim. Ele, distraído pelas mensagens da Clara, assinou sem ler. "Estudos? Vais fazer um curso de culinária?" perguntou ele, a cegueira quase absurda. Na tasca, um tacho de azeite fervente voou. Diogo protegeu Clara, eu fiquei exposta. O azeite queimou-me o braço. Ele partiu comigo ali, para levar Clara ao hospital por uma pequena queimadura na mão. "Podes tratar disso?" A dor física era insignificante perto da humilhação. Cinco anos de dedicação, de fingimento, por um homem que me abandonou sem pestanejar. Eu, a esposa, tratada como um incómodo descartável. O vazio era palpável. Havia um nó na garganta que nunca se desfazia. Como pude permitir isto por tanto tempo? Mas a resposta chegou. Sozinha no hospital, a notificação da academia de Paris brilhou. Minha voz. Meu fado. Minha vida. Silenciosamente, sem drama, deixei a quinta. Era altura de me erguer das cinzas. De ser livre. O espetáculo do meu renascimento estava prestes a começar.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 1012 Capítulo 1113 Capítulo 1214 Capítulo 1315 Capítulo 1416 Capítulo 1517 Capítulo 1618 Capítulo 1719 Capítulo 1820 Capítulo 1921 Capítulo 2022 Capítulo 2123 Capítulo 2224 Capítulo 2325 Capítulo 2426 Capítulo 25