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Minha Voz, Minha Vida: O Renascer da Fadista

Capítulo 3 

Palavras: 505    |    Lançado em: 20/06/2025

a arrumar as

ram m

uas partituras de fado, esco

em cinco anos de casamento, Diogo nunca l

as eram mais um símbolo d

mente ao longo do último ano, junt

nos presentes que ela prepara

aro que ele mencionara uma vez, um port

nca parecera notar, nun

no monte de co

ra a palavr

ais nova de Diogo, ent

mpre a desprezara pel

azer?" perguntou, o to

s coisas," responde

o eras sem tempo. O Diogo não

tes, teria baixado a cab

ra,

nês. Ele não p

areceu desarmar In

a Vasconcelos aparec

a, mesmo com um ar l

romper," disse C

u a compostur

o ligues a esta. Estava só

tá louco por ti, Clara. Sempre e

ão era púb

bservou

m as marcas subtis de um divórcio

a a obsess

para Sofia. "Lamento

o disse que podias ficar o tempo que quisesses. Ele at

"leva as malas da Cla

Uma demonstr

ra as malas, d

rdem e saiu

ufar de raiv

receu no

empos. O divórcio dela foi complic

ansioso, qua

ele, parecia d

ja boa ideia. Não que

ia é muito generosa. Ela não

dele era

sorriso que não

sa é vossa. Ou melhor, em b

ua voz era subt

Estava demasiado ocup

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Minha Voz, Minha Vida: O Renascer da Fadista
Minha Voz, Minha Vida: O Renascer da Fadista
“Por cinco anos, minha vida foi uma coreografia meticulosa de serviço. Na opulenta quinta dos Azevedo, preparei o café, as torradas e o sumo fresco para Diogo. Nosso casamento? Um "contrato de gratidão" impiedoso. Ele descia as escadas, olhos colados ao telemóvel, a minha existência uma sombra em sua rotina. Nem um "bom dia". Um dia, espreitei o ecrã: "Clara". Um sorriso genuíno e luminoso rasgou o rosto de Diogo- um sorriso nunca a mim dirigido. Pousei uma pasta à sua frente. "São os papéis do divórcio. E uns documentos para caridade, para assinares." A matriarca dissera: "A Clara regressou." Era o fim. Ele, distraído pelas mensagens da Clara, assinou sem ler. "Estudos? Vais fazer um curso de culinária?" perguntou ele, a cegueira quase absurda. Na tasca, um tacho de azeite fervente voou. Diogo protegeu Clara, eu fiquei exposta. O azeite queimou-me o braço. Ele partiu comigo ali, para levar Clara ao hospital por uma pequena queimadura na mão. "Podes tratar disso?" A dor física era insignificante perto da humilhação. Cinco anos de dedicação, de fingimento, por um homem que me abandonou sem pestanejar. Eu, a esposa, tratada como um incómodo descartável. O vazio era palpável. Havia um nó na garganta que nunca se desfazia. Como pude permitir isto por tanto tempo? Mas a resposta chegou. Sozinha no hospital, a notificação da academia de Paris brilhou. Minha voz. Meu fado. Minha vida. Silenciosamente, sem drama, deixei a quinta. Era altura de me erguer das cinzas. De ser livre. O espetáculo do meu renascimento estava prestes a começar.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 1012 Capítulo 1113 Capítulo 1214 Capítulo 1315 Capítulo 1416 Capítulo 1517 Capítulo 1618 Capítulo 1719 Capítulo 1820 Capítulo 1921 Capítulo 2022 Capítulo 2123 Capítulo 2224 Capítulo 2325 Capítulo 2426 Capítulo 25