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Até Que a Morte Nos Reúna

Capítulo 3 

Palavras: 709    |    Lançado em: 20/06/2025

o Pedro foi ime

Juliana, o rosto contorci

fez?" ele gritou, o

respondeu, a voz calma,

acredi

Juliana, a vítima indefesa; Sof

ou Juliana nos br

a voz tensa. "Você vem conosco," ord

i tensa. Juliana gemia de dor, encostada em João Pedro, que a confo

medicada e ter o braço engessa

cção, a necessidade de u

, Juliana tinha um

tipo d

" João Pedro afirmou, a voz gél

ntiu um

que poderiam revelar a ausência de u

ntando manter a calma. "Te

tico. "Que conveniente. A verdade é que você

do ou deixar que a farsa de Juliana continuasse, talvez até com c

doar," ela r

ximou, o rosto a c

eu farei da sua vida um inf

e notas do bolso e

quer, então pegue. Mas v

is uma vez. O di

edo, para manter sua m

u o dinheiro, o

e, a voz desprovida

era a másca

meira experiente, ao verificar os sinais vitais de S

u por alguma cirurgia de grande por

a ge

," m

, olhando os resultados prel

de anemia, possivelmente ligado a uma hemorragia antiga. Não aconselho a

conversa, interveio, cego

que eu mandei!" ele ordenou à enfermeira, que recuou, intimi

eceu e, após uma breve conversa com João Pedro, instrui

i forçad

tidade de sangu

po enfraquecer,

mai

ava em um quarto pe

u lado, na mesinha de cabeceira, um copo

quando ficava doente, nos tempos em que ele ai

o passado a invadira

a viu João Pedro para

e Juliana, ela ouviu

r favor. Eu não suportaria. Pr

u para Sofia, os o

eclarou, a voz desprovida de qualq

vra era u

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Até Que a Morte Nos Reúna
Até Que a Morte Nos Reúna
“Eu, Sofia Mendes, vivia um inferno particular. Cada dia ao lado de João Pedro, meu marido, era uma tortura. Ele me desprezava, convencido de que eu o havia abandonado por um homem rico e influente. Mas a verdade, a minha verdade, era infinitamente mais cruel do que ele poderia imaginar. Eu suportava humilhação após humilhação, sem poder reagir. O que ele não sabia, o que ninguém sabia, era que anos antes, em segredo, eu havia doado um rim para ele, salvando sua vida, um sacrifício silencioso por amor. Mas Juliana, minha "amiga" de infância e agora sua amante, roubou essa história. Ela o convenceu de que ela era a heroína, cimentando seu lugar ao lado dele e aprofundando o ódio dele por mim. Ele me desposou não por amor, mas por vingança. Transformou minha vida conjugal num espetáculo de crueldade, exibindo suas amantes e exigindo que eu testemunhasse sua intimidade com Juliana. Ela, por sua vez, armava situações, como a queda encenada na fazenda, para me incriminar e vê-lo cair de joelhos por ela. Até o meu último elo sentimental com meu passado de amor com ele, um escapulário, ela jogou na piscina, sorrindo vitoriosa. Fui forçada a doar sangue para ela, correndo o risco de expor meu segredo. Cada olhar de desprezo, cada palavra cortante dele, era uma facada no meu coração. Como explicar que todo o ódio dele nascia de um mal-entendido, de uma mentira forjada por amor e pela necessidade de protegê-lo? Era uma injustiça insuportável, um sofrimento silencioso que me corroía. Será que ele um dia descobriria a verdade da minha doação e do meu resgate na Chapada? Mas eu tinha uma missão maior: vingar meus pais. Para isso, eu precisava "morrer". Forjaria minha própria morte em um acidente, adotaria uma nova identidade, a "Estrela". E a minha verdadeira vingança estava apenas começando.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 1012 Capítulo 1113 Capítulo 1214 Capítulo 1315 Capítulo 1416 Capítulo 1517 Capítulo 1618 Capítulo 1719 Capítulo 1820 Capítulo 1921 Capítulo 2022 Capítulo 2123 Capítulo 2224 Capítulo 2325 Capítulo 2426 Capítulo 2527 Capítulo 26