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Até Que a Morte Nos Reúna

Capítulo 4 

Palavras: 807    |    Lançado em: 20/06/2025

deu por alguns dias devido à "gravidade" de sua condiç

ntes, palavra

solada, tratada como

ção de Sofia, tentou se aproximar, oferec

isar de descanso," ele

e brilhando em seus olhos, possessivo até mesmo com a atenção

Pedro disse, ríspido, ao enfer

se afastou,

rganizou uma pequena "festa" no quarto do hospita

a do seu quarto improvisado, a c

ersário, meses antes, passado

iana explodiram no céu escuro, um espetáculo grandioso que Sofia assis

rovavelmente transferido ou repreendido, mais u

riso vitorioso, insistiu que Sofia

fia. Afinal, foi 'culpa' sua,"

m palavras cru

virar," ele disse a Sofia, sugerindo que ela era

carro, ouvindo as risadas e os pl

para um jantar de negócios importante em S

nte, insistiu

"Preciso de alguém para me ajudar

de gente rica e influente, João Pe

um sorriso desdenhoso. "Uma conhecida da família. Está

de alguns que a conheciam de outros tempos, o

oão Pedro a forçou

rta-se," ele dizia, enchen

dinheiro. "Por cada

ndo a dinâmica doentia, se

dro, começou a assediá-la verbalmente, depoi

ivar, mas o álcool a

brilho estranho nos olhos, uma raiva

sádico ou

e vulnerável, conseguiu s

o homem que a assed

" ele disse, a voz melosa. "Tome

çar um comprim

nstinto, empurra

rto que encontrou aber

descontroladamente

ele conseguira colocar algo em

a par

ta da po

Pedro, entr

da droga, não o re

va turva, os s

dele, confundindo-o com um salvador. "Preciso de a

dro que ela amava, o João Pedro que a protegeri

u, a irritação cres

Sofia? Est

iu. "Sou eu, João

desespero e a con

do embaralhadas, mas carregadas de uma

Você... você

rilhou nos

rosto próximo ao dela, a ra

ele sibilou. "Depois de

, ele a

ento, faminto

a de paixã

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Até Que a Morte Nos Reúna
Até Que a Morte Nos Reúna
“Eu, Sofia Mendes, vivia um inferno particular. Cada dia ao lado de João Pedro, meu marido, era uma tortura. Ele me desprezava, convencido de que eu o havia abandonado por um homem rico e influente. Mas a verdade, a minha verdade, era infinitamente mais cruel do que ele poderia imaginar. Eu suportava humilhação após humilhação, sem poder reagir. O que ele não sabia, o que ninguém sabia, era que anos antes, em segredo, eu havia doado um rim para ele, salvando sua vida, um sacrifício silencioso por amor. Mas Juliana, minha "amiga" de infância e agora sua amante, roubou essa história. Ela o convenceu de que ela era a heroína, cimentando seu lugar ao lado dele e aprofundando o ódio dele por mim. Ele me desposou não por amor, mas por vingança. Transformou minha vida conjugal num espetáculo de crueldade, exibindo suas amantes e exigindo que eu testemunhasse sua intimidade com Juliana. Ela, por sua vez, armava situações, como a queda encenada na fazenda, para me incriminar e vê-lo cair de joelhos por ela. Até o meu último elo sentimental com meu passado de amor com ele, um escapulário, ela jogou na piscina, sorrindo vitoriosa. Fui forçada a doar sangue para ela, correndo o risco de expor meu segredo. Cada olhar de desprezo, cada palavra cortante dele, era uma facada no meu coração. Como explicar que todo o ódio dele nascia de um mal-entendido, de uma mentira forjada por amor e pela necessidade de protegê-lo? Era uma injustiça insuportável, um sofrimento silencioso que me corroía. Será que ele um dia descobriria a verdade da minha doação e do meu resgate na Chapada? Mas eu tinha uma missão maior: vingar meus pais. Para isso, eu precisava "morrer". Forjaria minha própria morte em um acidente, adotaria uma nova identidade, a "Estrela". E a minha verdadeira vingança estava apenas começando.”