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Até Que a Morte Nos Reúna

Capítulo 5 

Palavras: 531    |    Lançado em: 20/06/2025

eguinte com o corpo dolo

humilhação

e coxas eram testemunhas da

u lado, sereno, como se

dou, olhou para

ue aconteceu aqui," ele advertiu, a voz b

. Sempre o

u uma onda

a vilã, que fo

rguntou, a voz carregada de um sarcasmo que

ou nos olhos

a carteira e jogou um m

ele cuspiu as palavras. "É

u e saiu, ba

da, mais

m um sorriso radiante, que se mud

uperação," ela disse a Sofia, fingindo inocê

to principal, o de

quarto de hóspedes men

otal. A resignação,

e João Pedro agindo co

românticos à luz de velas na varanda, risa

munhar a felicidade del

intensifico

durante alguns de seus momentos de "intimida

liz," ele dizia, os olhos brilhando com cru

de voyeurismo for

o, a fachada de indifere

arefas degradantes relacion

ngerie par

deles depois de s

da manhã na ca

inheiro, como se ela fosse

m uma precisão robótica

ação era qu

rente indiferença dela, a conf

s ombros, os olhos

uase desesperada. "Você não sente nada? Você alguma vez

ali, uma busca por validaç

firme. Sua missão.

se, a voz fria como gelo. "Você sabe disso. Se quiser

areceu quebrar

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Até Que a Morte Nos Reúna
Até Que a Morte Nos Reúna
“Eu, Sofia Mendes, vivia um inferno particular. Cada dia ao lado de João Pedro, meu marido, era uma tortura. Ele me desprezava, convencido de que eu o havia abandonado por um homem rico e influente. Mas a verdade, a minha verdade, era infinitamente mais cruel do que ele poderia imaginar. Eu suportava humilhação após humilhação, sem poder reagir. O que ele não sabia, o que ninguém sabia, era que anos antes, em segredo, eu havia doado um rim para ele, salvando sua vida, um sacrifício silencioso por amor. Mas Juliana, minha "amiga" de infância e agora sua amante, roubou essa história. Ela o convenceu de que ela era a heroína, cimentando seu lugar ao lado dele e aprofundando o ódio dele por mim. Ele me desposou não por amor, mas por vingança. Transformou minha vida conjugal num espetáculo de crueldade, exibindo suas amantes e exigindo que eu testemunhasse sua intimidade com Juliana. Ela, por sua vez, armava situações, como a queda encenada na fazenda, para me incriminar e vê-lo cair de joelhos por ela. Até o meu último elo sentimental com meu passado de amor com ele, um escapulário, ela jogou na piscina, sorrindo vitoriosa. Fui forçada a doar sangue para ela, correndo o risco de expor meu segredo. Cada olhar de desprezo, cada palavra cortante dele, era uma facada no meu coração. Como explicar que todo o ódio dele nascia de um mal-entendido, de uma mentira forjada por amor e pela necessidade de protegê-lo? Era uma injustiça insuportável, um sofrimento silencioso que me corroía. Será que ele um dia descobriria a verdade da minha doação e do meu resgate na Chapada? Mas eu tinha uma missão maior: vingar meus pais. Para isso, eu precisava "morrer". Forjaria minha própria morte em um acidente, adotaria uma nova identidade, a "Estrela". E a minha verdadeira vingança estava apenas começando.”