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Libertado da Jaula Dourada

Capítulo 1 

Palavras: 1294    |    Lançado em: 20/06/2025

vo no apartamento d

eu assistente pessoal, o

sou um p

ência. A oficina e as terras que pertencem à nossa família h

pulmonar grave. O tratamento é no

o, esto

do banho, enrolada numa toalha. O seu c

s homens desejam. Figura carimbada nas festas de

é apenas a min

zava a sua agenda, acompanhava-a a jantares de ne

me o seu anj

de uma festa em que be

u-me para o

fica c

a um sussurr

Tornei-me o seu amante secreto, uma conve

sacional. O corpo dela em troca

ado, mas aguent

á deitada ao meu lado, a mexer no telemóvel

para o Brasil na

cheia de uma eu

jogador de futebol. O

ela é verdadeir

eu sei. O meu t

ício já não

do-se para mim, os seus olhos a brilha

a, um gesto casual, com

mes. Tu serás sempr

o ciúmes. S

béns,

a até para os meus

vestir-me. O meu corpo move-

pergunta, a sua v

a abotoar a camisa. "O me

continuar a ser o meu assistente. Preciso de ti para

ou dizer ao meu pai para continuar a pagar o tratamento do teu pai

com um sarcasmo qu

sfeita. "Vês? S

"Agora sê um bom menino e espera por

da da casa de banho. O som da água a corre

e-mails. Quero ter a certeza de que a minha

a aplicação, o meu telemóvel

en

É a tu

z está e

que se

. ele falece

água, os cheiros do q

que me prendia a

Está

Eu... eu vo

o a ch

banho abre-se. Is

mos dar uma festa de boas-vindas p

ara na minh

eserva o salão principa

a confusão. Não quero que o Thiago pe

em três anos, não sinto nada. Nem raiv

dicamente a cama, apagando todos os v

as minhas coisas. Uma mala pequena. Três

novamente. É o meu t

e tu ainda estás aí a servir aq

tá cheia de

calmamente. "Es

mpresa deles vai c

inha voz firme.

e a oficina

gora, lutamos

o? Vamos pe

nada para nos ameaçar. Se eles tocarem num único centímetro da nossa terra, eu destru

ocado do outro

eo

que estou

queio o númer

a mala e sai

telefone, a rir. Ela nem levant

mento de luxo

roporto, p

a proposta. Eu era um jovem artesão, orgulhoso do meu ofício. Ele viu o desespero

que Isabela contou a todos. Uma mentira conveniente

oblemas, ser a sua companhia constante. Em troca, ela dava-me presentes

ção sempre per

ar durante semanas quan

a se embebedou e me levou par

sozinha, Leo,

i. Durante

ento íntimo, era uma tortura. Era um

or mais dolorosa que

osso ser eu m

um bilhete só de id

el de trabalho toca. É o chefe do depar

mail de demissão. Ist

spondo. "

disto? Ela vai ficar furiosa.

a escapa-me. "El

A empresa oferece

ado. Tenha

sl

aeroporto, para os

está a fechar. Um capítulo

a minha luta p

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Libertado da Jaula Dourada
Libertado da Jaula Dourada
“Eu era Leo, o "irmão mais velho" e assistente pessoal de Isabela Medeiros. Durante três anos, vivi na sua sombra, num luxuoso apartamento. Contudo, era um prisioneiro dourado, subjugado pela falência da minha família de artesãos. O tratamento do meu pai moribundo dependia do seu pai bilionário. A minha vida era um contrato humilhante: o meu corpo em troca da sobrevivência dos meus. Mas tudo mudou numa noite, após um beijo casual na bochecha dela. Isabela, exultante, anunciou: "O Thiago volta para o Brasil na próxima semana!" Era Thiago Alves, o jogador de futebol, o amor da sua vida. E então, o choque, num telefonema que parou o meu mundo: "O teu pai... ele faleceu esta manhã." A única corrente que me prendia a Isabela partiu-se. O meu sacrifício tornara-se inútil. Instantaneamente, ela exigiu que eu planeasse a festa de Thiago no Copacabana Palace. Atirou-me uma toalha, desdenhosa: "Limpa esta confusão. Não quero que o Thiago pense que ando a dormir com o pessoal." Ela usou-me descaradamente como escudo humano, resultando na minha esfaqueamento. No hospital, preocupou-se mais com a reputação "heroica" de Thiago. "Tu és o meu melhor amigo! Sabia que farias qualquer coisa por mim!", disse ela, pedindo-me para assumir a culpa de Thiago bêbado, levando-me a ser brutalmente espancado na prisão. Eles me viam como objeto descartável, um servo. Como pude ser tão cego, tão manipulado? O desprezo, a humilhação, a dor de cada golpe, a prisão... eram menos do que o vazio que senti ao perceber o meu valor para ela. "Não sinto nada. Nem raiva, nem humilhação. Apenas um vazio frio." Para ela, eu era apenas um "servidor". Um objeto. Este é o fundo do poço. Mas a morte do meu pai foi uma libertação. Eles não teriam mais nada a me ameaçar. Olhei para Isabela, para os seus olhos mimados, e decidi. "O meu trabalho aqui terminou." Se me tratam como cão, serei um lobo. Peguei no meu telemóvel, cortei todos os laços digitais. Adeus, Isabela. Adeus, cativeiro. Finalmente, estou livre. Rumo a Lisboa, para recomeçar.”