icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

Libertado da Jaula Dourada

Capítulo 2 

Palavras: 874    |    Lançado em: 20/06/2025

ço quando chego a Ouro

i ainda está fresc

rante horas. Não choro. A dor é

minha mãe abraça-me, o

oi-se,

sei,

nossa oficina está coberta de pó. As ferra

os, que passaram os últimos três anos a marcar compromissos

bela. Vendo os relógios caros, os fatos d

e telemóvel. Cor

ra quando o meu antigo telemóvel de trabalho

m de um númer

zeste. Vais p

mero. Ignoro. Prov

, o telemóvel

la conseguiu

mas depo

te? Estou à tua pro

mistura de alí

cupado,

Thiago está de volta! Estamos junt

vel, e completamente

e Jardim. Preciso da tua ajuda pa

ergunta.

pos

culo. Pego-te e

ntes que eu p

emóvel, uma sensação de

m carro de luxo preto p

sai, a

mos muito

o me

emiti-me. E o

o desaparece, substituído por

não sabia. Os

mente desconfortáv

nuas a ser meu amigo, certo? E

a na minha mão. "Por

ez seja a última vez. Um último favor

ta-me de loja em loja.

o de ouro. "O que achas?

," digo,

Ela pousa o relógio. "Va

num fato azul escuro. "Es

sei que o presente

parvo. Para usares n

gue gela.

vamos ficar noivos

como ele a pediu em casame

o-me um

o maliciosa volta à minha mente. "Sei

r de Thiag

s a certeza sobre o Thiago

ção dele na Europa. Histórias de festas,

o endurece ins

, Leo? Que ele não é bo

dele. Ele é o homem da minha vida. Se nã

trapassei um limite. Par

estou preocu

sua voz a suavizar um pouco. "Agora, ajud

ordo, d

gravata, ela olha par

m ciúmes? Nem

suposição arrogante de que eu devo amá-

a responder, o te

Th

estão a tentar raptar-me

Isabela f

stás, T

acionamento!

para a porta, comp

om força, derrubando-me. A minha ca

o calor do sangue a es

eo

, penso que el

depois para a porta. A sua hes

corre para fora da loja, de

salvar o seu pr

ez, sou apenas u

Reclame seu bônus no App

Abrir
Libertado da Jaula Dourada
Libertado da Jaula Dourada
“Eu era Leo, o "irmão mais velho" e assistente pessoal de Isabela Medeiros. Durante três anos, vivi na sua sombra, num luxuoso apartamento. Contudo, era um prisioneiro dourado, subjugado pela falência da minha família de artesãos. O tratamento do meu pai moribundo dependia do seu pai bilionário. A minha vida era um contrato humilhante: o meu corpo em troca da sobrevivência dos meus. Mas tudo mudou numa noite, após um beijo casual na bochecha dela. Isabela, exultante, anunciou: "O Thiago volta para o Brasil na próxima semana!" Era Thiago Alves, o jogador de futebol, o amor da sua vida. E então, o choque, num telefonema que parou o meu mundo: "O teu pai... ele faleceu esta manhã." A única corrente que me prendia a Isabela partiu-se. O meu sacrifício tornara-se inútil. Instantaneamente, ela exigiu que eu planeasse a festa de Thiago no Copacabana Palace. Atirou-me uma toalha, desdenhosa: "Limpa esta confusão. Não quero que o Thiago pense que ando a dormir com o pessoal." Ela usou-me descaradamente como escudo humano, resultando na minha esfaqueamento. No hospital, preocupou-se mais com a reputação "heroica" de Thiago. "Tu és o meu melhor amigo! Sabia que farias qualquer coisa por mim!", disse ela, pedindo-me para assumir a culpa de Thiago bêbado, levando-me a ser brutalmente espancado na prisão. Eles me viam como objeto descartável, um servo. Como pude ser tão cego, tão manipulado? O desprezo, a humilhação, a dor de cada golpe, a prisão... eram menos do que o vazio que senti ao perceber o meu valor para ela. "Não sinto nada. Nem raiva, nem humilhação. Apenas um vazio frio." Para ela, eu era apenas um "servidor". Um objeto. Este é o fundo do poço. Mas a morte do meu pai foi uma libertação. Eles não teriam mais nada a me ameaçar. Olhei para Isabela, para os seus olhos mimados, e decidi. "O meu trabalho aqui terminou." Se me tratam como cão, serei um lobo. Peguei no meu telemóvel, cortei todos os laços digitais. Adeus, Isabela. Adeus, cativeiro. Finalmente, estou livre. Rumo a Lisboa, para recomeçar.”