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Libertado da Jaula Dourada

Capítulo 3 

Palavras: 1113    |    Lançado em: 20/06/2025

latejar. Um funcionário da loja corre

m? Quer que chame

igado. Es

ão, estupidamente, ainda é com a Isabela. O Thia

onamento. A cena qu

, perfeitamente calmo. Em frente a ele, um ho

os dois, a tentar

u dou-te o dinhe

arruinou a minha vida! Ele seduziu a minha irmã e

um som cruel

esesperada. Ela atirou-se a

ita de rai

ela

mento, e

afast

olhos arregalados d

vai ficar gravado na m

ara o Thiago, e um cálculo

ado, expondo-me diretame

otege o

oz é um

aiva, não hesita.

arriga. Uma dor lancina

essionar a ferida com as mãos. O sa

aiar é o rosto de Isabela. Não há hor

não ter sid

tal. O cheiro de antissépt

a está a ajus

orriso gentil. "A facada não atingiu

ceu com... o

iago Alves, está a ser aclamado como um herói po

imagem pública do ídol

Medeiros, não saiu do seu

ase m

é minha n

a porta abre-se

ando me vê acordado, um so

te! Estava tã

inha cama e tenta

fast

me to

mais fria do q

"Leo? O que se passa?

ra demasiado pequena

ngado, Isabela? Por me tere

ão... eu entrei em pânico! Eu

Eu não

u melhor amigo! Eu sabia que tu

mente acredita que o meu propósito na vida

go?" pergunto, a

à imprensa sobre o incidente.

que

e," digo. "Ele

ita. "M

A enfermeira diss

passa-lhe compl

o mais tarde

-me a tes

ara o teto bra

me sacrificar sem pensar duas vez

do meu quarto. Ela está no ja

s suas piadas. Ela passa os dedos pelo ca

sua devoção...

ama de hospital por causa dela

ocional foi substituída

al. Eu nunca signif

ns dias depois, encontr

s ombros de Isabela, a sorrir

lsidade que me revira o estômago. "Ob

e a mão. E

Leo para casa. Ele p

ser magnânimo, o n

o," d

o silêncio

A Bela nunca teve outros nam

spelho retrovisor, um br

ca tensa a

lado. "Não. A Bela sempr

mes

fotografias. Lembro-me de ela comprar dois bilhetes para todos os teus jogos, um para ela e um para o 'tu'

ilumina-se com u

gível. Ela olha para a frente, as su

r. Não sabe se estou a ser

ixamos o Thi

ilêncio até ao meu pequ

os, ela vira

que disses

so que ele queria ouvir? Eu ajudei-te. Fiz com

izeste," ela insiste. "O

para o seu rosto

eu q

o a minha dignidade. Quero nunca

digo nad

os ombros. "N

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Libertado da Jaula Dourada
Libertado da Jaula Dourada
“Eu era Leo, o "irmão mais velho" e assistente pessoal de Isabela Medeiros. Durante três anos, vivi na sua sombra, num luxuoso apartamento. Contudo, era um prisioneiro dourado, subjugado pela falência da minha família de artesãos. O tratamento do meu pai moribundo dependia do seu pai bilionário. A minha vida era um contrato humilhante: o meu corpo em troca da sobrevivência dos meus. Mas tudo mudou numa noite, após um beijo casual na bochecha dela. Isabela, exultante, anunciou: "O Thiago volta para o Brasil na próxima semana!" Era Thiago Alves, o jogador de futebol, o amor da sua vida. E então, o choque, num telefonema que parou o meu mundo: "O teu pai... ele faleceu esta manhã." A única corrente que me prendia a Isabela partiu-se. O meu sacrifício tornara-se inútil. Instantaneamente, ela exigiu que eu planeasse a festa de Thiago no Copacabana Palace. Atirou-me uma toalha, desdenhosa: "Limpa esta confusão. Não quero que o Thiago pense que ando a dormir com o pessoal." Ela usou-me descaradamente como escudo humano, resultando na minha esfaqueamento. No hospital, preocupou-se mais com a reputação "heroica" de Thiago. "Tu és o meu melhor amigo! Sabia que farias qualquer coisa por mim!", disse ela, pedindo-me para assumir a culpa de Thiago bêbado, levando-me a ser brutalmente espancado na prisão. Eles me viam como objeto descartável, um servo. Como pude ser tão cego, tão manipulado? O desprezo, a humilhação, a dor de cada golpe, a prisão... eram menos do que o vazio que senti ao perceber o meu valor para ela. "Não sinto nada. Nem raiva, nem humilhação. Apenas um vazio frio." Para ela, eu era apenas um "servidor". Um objeto. Este é o fundo do poço. Mas a morte do meu pai foi uma libertação. Eles não teriam mais nada a me ameaçar. Olhei para Isabela, para os seus olhos mimados, e decidi. "O meu trabalho aqui terminou." Se me tratam como cão, serei um lobo. Peguei no meu telemóvel, cortei todos os laços digitais. Adeus, Isabela. Adeus, cativeiro. Finalmente, estou livre. Rumo a Lisboa, para recomeçar.”