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Libertado da Jaula Dourada

Capítulo 4 

Palavras: 667    |    Lançado em: 20/06/2025

ta do carr

do pela

, es

é quase

-a e saio

ra o meu prédio, oi

lic

egante, com um sorriso caloro

ixou cai

ha carteira. Deve te

rig

. Eu sou

eo

ecer-te, Leo. É

er, o carro de Isabela par

ai, f

tás a fazer com

o meu braço,

mim para ela

lpem. Eu n

jeito, e retira

braço do ape

a fazer aqui? Pense

ua voz petulante. "Não gosto da

telemóvel dela. "

tos de salto alto e deixa

to?" pergun

ue tu és meu," ela diz,

ando-me ali parado com o telemóvel dela

a onda d

atiro-os para o content

possui. N

aniversário da empresa Medeiros. Um

as recebo uma mensage

hotel. AGORA. O Thiago

ro de resign

olhar furioso para um fato

isto! Está

ha de vinho na lape

o. "Ou podemos comprar outro.

quero usar este fato!

o é sobre o fato. É

nfortável. "Thiago,

me acalmar! Ele tem

ncia a esgotar-se. "O que é que

um sorris

troques de

ncrédulo.

as o meu fato manc

um funcionário da empresa. T

fraca, mas é a

a, a sua expressão a trans

nde evento juntos. Eu quero estar perfei

para ele. Vejo a l

mpre, ela es

vor. Faz o q

é um com

u fato impecável e vist

ouco apertad

fato, que lhe ass

le, a admirar-se ao esp

om desprezo. "Tu pa

so. "Não sejas mau, Th

olhos evit

o no espelho. O fato manc

ão. Eu pare

uma decisão forma

tar como um cão, entã

disfarça

deles. E vou dest

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Libertado da Jaula Dourada
Libertado da Jaula Dourada
“Eu era Leo, o "irmão mais velho" e assistente pessoal de Isabela Medeiros. Durante três anos, vivi na sua sombra, num luxuoso apartamento. Contudo, era um prisioneiro dourado, subjugado pela falência da minha família de artesãos. O tratamento do meu pai moribundo dependia do seu pai bilionário. A minha vida era um contrato humilhante: o meu corpo em troca da sobrevivência dos meus. Mas tudo mudou numa noite, após um beijo casual na bochecha dela. Isabela, exultante, anunciou: "O Thiago volta para o Brasil na próxima semana!" Era Thiago Alves, o jogador de futebol, o amor da sua vida. E então, o choque, num telefonema que parou o meu mundo: "O teu pai... ele faleceu esta manhã." A única corrente que me prendia a Isabela partiu-se. O meu sacrifício tornara-se inútil. Instantaneamente, ela exigiu que eu planeasse a festa de Thiago no Copacabana Palace. Atirou-me uma toalha, desdenhosa: "Limpa esta confusão. Não quero que o Thiago pense que ando a dormir com o pessoal." Ela usou-me descaradamente como escudo humano, resultando na minha esfaqueamento. No hospital, preocupou-se mais com a reputação "heroica" de Thiago. "Tu és o meu melhor amigo! Sabia que farias qualquer coisa por mim!", disse ela, pedindo-me para assumir a culpa de Thiago bêbado, levando-me a ser brutalmente espancado na prisão. Eles me viam como objeto descartável, um servo. Como pude ser tão cego, tão manipulado? O desprezo, a humilhação, a dor de cada golpe, a prisão... eram menos do que o vazio que senti ao perceber o meu valor para ela. "Não sinto nada. Nem raiva, nem humilhação. Apenas um vazio frio." Para ela, eu era apenas um "servidor". Um objeto. Este é o fundo do poço. Mas a morte do meu pai foi uma libertação. Eles não teriam mais nada a me ameaçar. Olhei para Isabela, para os seus olhos mimados, e decidi. "O meu trabalho aqui terminou." Se me tratam como cão, serei um lobo. Peguei no meu telemóvel, cortei todos os laços digitais. Adeus, Isabela. Adeus, cativeiro. Finalmente, estou livre. Rumo a Lisboa, para recomeçar.”