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Quando o Amor Chega Tarde Demais

Capítulo 1 

Palavras: 630    |    Lançado em: 20/06/2025

ssenta e cinco dias por ano. Cada dia era uma repetição do anterior, um silênci

odia

o, Lucas, se matou. Ela culpou-me, disse que o nosso

to de Sintra. Cheguei ao hospital e ela já estava a ir-se. Os seus olhos, que

, uma força surpreenden

m último desejo... seria nunca me ter casado contigo

as suas últi

dos meus dias como um fantasma, assom

ocidental da Europa, onde a terra acaba e o mar começa. O v

esesperado, um grito silencioso p

idade. Não para mim. Para el

ridão en

is,

luxuoso. O cheiro a lírios e a champanhe barato enche o ar. R

eu casamento

os. São jovens. Fortes

ostas, o seu vestido de noiva amarrotado deba

ucas, não m

liar que quase me sufoca

gunda vida. Tenho de cumprir os três desejos não ditos dela, os trê

anular est

tade do pai dela, que a

antir a felic

eção e dever que ele manipulou. Eu via isso. Mas ela não

ue quer. Vou libertá-la. Mesmo que isso s

, ainda a ch

favor... diz

os papéis do divórcio que o meu advogado preparou como uma c

e, com a voz mais suave e manipulado

no nosso caminho. Assina isto. Prova que és só mi

te, sem me verem de verdade. Ela

coisa por

ssinatura no papel. Depois, adormece

ção está a ser esmagado. Mas

fia Carvalho,

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Quando o Amor Chega Tarde Demais
Quando o Amor Chega Tarde Demais
“Abri os olhos. Não estava no Cabo da Roca, mas sim na suíte nupcial do Hotel Ritz, a noite do meu casamento com a Sofia. Tinha voltado. Mas não para mim. Mas para ela. Tinha de cumprir os três desejos não ditos da Sofia, os três maiores arrependimentos que a atormentaram na primeira vida: anular este casamento, desafiar a vontade do pai dela, e garantir a felicidade de Lucas, o homem que ela amava. Para a libertar, manipulei-a a assinar o divórcio, aguentei a sua crueldade quando me mandou mergulhar no mar gelado por um relógio de Lucas e fui atacado pelo seu carro, ao tentar salvá-la de si mesma depois de um reencontro fatídico com ele. Deixei Lucas colher os louros por ter salvo o pai dela de um incêndio e doei o meu próprio sangue, mesmo com a perna partida, para salvar a vida do meu rival. Cada ato de sacrifício era uma facada no peito, mas eu suportava, acreditando que a sua cegueira, manipulada pelo Lucas, um dia se dissiparia. Seria a felicidade dela digna de tanto sofrimento? Mas quando Lucas, num acesso de fúria, a empurrou pelas escadas, foi ela que se atirou à minha frente. E nesse instante de desespero, percebi que a minha missão, e a nossa última parte, estava finalmente a começar-não para a felicidade dela, mas para a minha, a libertação de uma paixão que tanto me custou.”