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Quando o Amor Chega Tarde Demais

Capítulo 2 

Palavras: 632    |    Lançado em: 20/06/2025

entra pela janela, iluminando o seu rosto. Mesmo com a maquilhagem

geme, levando

Os seus olhos encontram os meus e a suavidade d

comprimidos?" pergun

rasco. Entrego-lho com um copo de água. Ela engole-os sem u

em da minha mãe. "Estamos à vossa e

"Os meus pais estão à

e puro fastio. "Claro

do divórcio assinados no forro da minha mala.

s longe possível do meu no espaçoso Bentley. As suas mãos estão no seu colo

bruscamente, saindo da autoes

fazer?" pergunt

om os dentes cerrados.

as, a sorrir para a câmara, com o braço à volta de uma rapariga bonit

óbvia, e a Sofi

o, onde o Lucas está sentado numa esplanada. Ela sai

vel mesmo à distância. Vejo-a a discutir com o L

ristas da minha família para me vir bu

corre para me abraçar, o se

nde está

, a minha voz vazia. "

sobrolho, a sua d

s antigos e a madeira polida a encher o ar.

iro

vou divorcia

os é palpável. A minha

stás a dizer? C

"Ela não me ama. Ela ama o Lucas. Eu não posso viver outra vez

pai, um homem de poucas palavras, levanta-se e põe a m

o na última vida. Se é isto que tens de fazer, nós apoi

ma bóia de salvaç

inal feliz desta vez," digo, mais para

a minha felicidade já n

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Quando o Amor Chega Tarde Demais
Quando o Amor Chega Tarde Demais
“Abri os olhos. Não estava no Cabo da Roca, mas sim na suíte nupcial do Hotel Ritz, a noite do meu casamento com a Sofia. Tinha voltado. Mas não para mim. Mas para ela. Tinha de cumprir os três desejos não ditos da Sofia, os três maiores arrependimentos que a atormentaram na primeira vida: anular este casamento, desafiar a vontade do pai dela, e garantir a felicidade de Lucas, o homem que ela amava. Para a libertar, manipulei-a a assinar o divórcio, aguentei a sua crueldade quando me mandou mergulhar no mar gelado por um relógio de Lucas e fui atacado pelo seu carro, ao tentar salvá-la de si mesma depois de um reencontro fatídico com ele. Deixei Lucas colher os louros por ter salvo o pai dela de um incêndio e doei o meu próprio sangue, mesmo com a perna partida, para salvar a vida do meu rival. Cada ato de sacrifício era uma facada no peito, mas eu suportava, acreditando que a sua cegueira, manipulada pelo Lucas, um dia se dissiparia. Seria a felicidade dela digna de tanto sofrimento? Mas quando Lucas, num acesso de fúria, a empurrou pelas escadas, foi ela que se atirou à minha frente. E nesse instante de desespero, percebi que a minha missão, e a nossa última parte, estava finalmente a começar-não para a felicidade dela, mas para a minha, a libertação de uma paixão que tanto me custou.”