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Minha Segunda Chance Longe de Você

Capítulo 2 

Palavras: 536    |    Lançado em: 20/06/2025

naquela mesma manhã, o coração le

rtir para Lisbo

a sair do quarto, de

ho diferente em seus olhos, um que ela

cretas no colarinho da camisa de

s que ela rapidamente identificou como a conf

, tentando mant

seu silêncio e olhar

"Beatriz e eu... nós nos aproximamo

so imp

rdo. Fico fel

Ela o chamara de "Ricardo", não "tio Ricard

tranhar o trat

ocê está

esponder, Beatriz surgi

rido! Ah, Sof

triz era fal

triz pela cintura,

udar para o quarto de hóspedes no andar de baixo

sabendo que era

da casa, a casa que ag

ma cara de fa

incomodar a Sofia. Eu po

. Você fica aqui. Sofia nã

ele era u

eco. "Claro que nã

ranha agora.

cardo disse

exclusão, mas também a

saísse daquel

ceu para o quarto de hóspedes,

deria acontecer rá

ia evitou Ricardo e Bea

afeto entre eles, os presentes caros que Ricard

não de ciúme, mas de lembr

a, contatando os advogados do fundo fiduc

antigos e fotografias, decidiu que precisava

resentes que ele lhe dera ao longo dos anos, os bil

eira vida, ela guar

ram apen

a o depósito no jardim qua

ecia ir

endo, Sofia? E por q

esa. Ela não achava que ele

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Minha Segunda Chance Longe de Você
Minha Segunda Chance Longe de Você
“Eu sempre amei Ricardo, o sócio mais velho de meu falecido pai, desde que me entendia por gente. Ele parecia uma figura quase paterna, mas em mim despertava um amor juvenil e intenso, alimentado por um carinho que eu sentia ser único. Contudo, numa fatídica festa da alta sociedade carioca, tudo desabou. Ricardo foi drogado, e eu, movida pela inocência e o desejo de protegê-lo, o levei para um quarto. Aquela noite, o inesperado e indesejável aconteceu, deixando-me com uma sensação profunda de impureza. A partir desse dia, minha vida virou um verdadeiro tormento. Ricardo, transformado em um homem frio e cortante, culpou-me por tudo o que desandou em sua vida. Ele me arrastou para um casamento forçado, onde as humilhações e o controle absoluto eram a rotina diária. E, o mais cruel, ele me forçou a dezoito abortos clandestinos. Cada procedimento era uma tortura, uma parte de minha alma arrancada à força, um símbolo de meu sofrimento sem fim. No décimo oitavo e último aborto, enquanto sentia a vida esvair-se, ouvi a voz gélida de Ricardo ao telefone com o médico: "Só me avise quando ela estiver morta." Como pôde o homem que eu amei, o pai que eu sonhava em ter para meus filhos, manifestar tanto ódio e indiferença? Essa frase, essa indescritível crueldade, fez-me compreender a verdadeira monstruosidade de meu carrasco. Então, veio a escuridão. E, de repente, a luz. Acordei ofegante na noite da festa, o vestido azul ainda impecável. O coração batia descontrolado. Uma segunda chance. As memórias vívidas do inferno que vivi em minha primeira vida impulsionaram-me. Eu não cometeria os mesmos erros. Minha prioridade agora era escapar do Ricardo, daquele destino cruel, e reescrever minha própria história.”