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Quando o Amor Se Torna Veneno

Capítulo 2 

Palavras: 366    |    Lançado em: 20/06/2025

is, recebi alt

buscar-me. Não

m ele, no banco d

ia. Estás

era falsa

ntrei no carro

no carro

entou puxa

e que cuido

respond

virou-se

i que é difícil, mas tens de se

recisa de alguém par

nosso apartamento p

hamos começado a decorar,

gui olhar

as minhas coisas

ao telefone n

mente co

o corpo dorido, o

a em que descobr

feliz, abraçou-me

elicidade

eçou com os

es isto agora, Miguel? U

de deixar o teu

sempre a concor

ntrariou. Apenas sor

ubstituída por uma preocupação co

me e fui

o telefone rapidam

a falar

guém imp

Clara,

pirou,

Qual é o

perder o nosso filho. E tu pareces mais

ofia. Claro que me

vras dele s

tra," pedi, a

tentou abraçar-m

me to

por fa

o de ficar

quarto e tra

cama e chorei

cia cada vez ma

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Quando o Amor Se Torna Veneno
Quando o Amor Se Torna Veneno
“O cheiro a desinfetante hospitalar ainda me sufocava, mas a dor no peito era bem pior. Tinha acabado de perder o nosso bebé, um sonho esmagado. Ao acordar, a minha sogra, Dona Isabel, olhou-me com frieza: "És nova, podes tentar outra vez." O Miguel? Não estava lá. Correra para socorrer a irmã, Clara, cujo carro avariou. Que ultraje! Eu vivia o inferno, ele lidava com um pneu furado. Em casa, as palavras vazias de Miguel eram ecoadas pela presença constante de Clara. Ela ligava, ele sussurrava ao telefone. A cada dia, ambas me humilhavam, questionando a minha dor, a minha vida. "Já pensaste voltar a trabalhar? Ficar em casa assim não te faz bem." Eu fervia, a mágoa e a raiva crescendo. Como podia ele ser tão indiferente à minha dor? Uma noite, ele saiu às pressas, esquecendo o telemóvel. Uma intuição gélida levou-me a abri-lo. As mensagens chocaram-me. Eram do Miguel. Para a Clara. "A Sofia está insuportável. Não sei quanto tempo mais aguento." "Maninho, paciência. Lembra-te do nosso plano", respondia ela. Plano? Que plano? Havia mais: a Clara tinha um namorado secreto. O Miguel era cúmplice. Fotos deles a rir, íntimas. Pareciam um casal. Uma traição emocional. Senti-me suja, ingénua. Mas o golpe final veio numa pequena caixa de veludo azul. Dentro: um anel de noivado. E um bilhete com a caligrafia de Miguel: "Para a minha C. Espero que digas sim. M." C de Clara. Iria ele pedir a própria irmã em casamento? O mundo desabou.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10