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A Casa dos Silêncios

A Casa dos Silêncios

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Capítulo 1 1

Palavras: 632    |    Lançado em: 23/06/2025

ondres parecia ter durado uma vida, e agora que estava ali, diante da casa, sentia o peso de todos os quilômetros percorridos

as brancas das janelas estavam lascadas, a madeira da varanda começava a apodrecer nos cantos e o jardim - outrora florido e vibrante - agora era uma colcha de ervas daninhas, galh

do aquele cheiro - de terra molhada, de vento úmido, de coisas antigas. E, sutilmente, quase c

arecia vir de dentro dela. Carregava uma mala pequena e uma bolsa de couro com o essencial

desviando de raízes salientes e galhos partidos. Parou diante da porta da frente e retirou do bolso o molho de chaves entregue pelo adv

m cheiro denso escapou: madeira antiga, poeira... e lavanda. Eleanor ficou parada na soleira, como se atravessar aquela porta fo

tr

distorcidas nas paredes. O ar era frio e parado. A eletricidade, como esperado, não funcionava. A casa estava int

lareira, os livros antigos organizados com esmero nas estantes, o relógio de pêndulo marcando

r com olhos marejados. O silêncio era profundo, mas não absoluto. A casa falava. Nos estalos da madeira, no mu

baixinho, como quem r

eira garoa descia em véus finos sobre o cam

casa. Permaneceu parado por alguns segundos, os olhos fixos na janela do s

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A Casa dos Silêncios
A Casa dos Silêncios
“Um vilarejo esquecido. Uma casa que sussurra memórias. Dois corações marcados por feridas que o tempo não apagou. Após anos presa em um relacionamento abusivo, Eleanor Hartwood encontra na herança de sua enigmática tia uma fuga - e talvez um recomeço. Mas a velha casa em Yorkshire guarda mais do que silêncio e poeira: ela abriga segredos, vestígios de vidas interrompidas e vozes que insistem em ser ouvidas. Lá, Eleanor cruza o caminho de Theo Ravenscroft - um homem tão despedaçado quanto ela, envolto em sombras, lendas e um passado que ainda sangra. Unidos por perdas invisíveis e verdades esquecidas, eles descobrem que o amor pode ser o fio entre o trauma e a redenção. Mas nem todo silêncio é vazio. E algumas verdades... preferem não ser desenterradas.”