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A Casa dos Silêncios

Capítulo 2 2

Palavras: 662    |    Lançado em: 23/06/2025

ssou a noi

entre os cômodos como raízes. A casa fazia barulhos. Muitos. E embora fosse natural que uma estrutura antiga estalasse, rangisse ou sussurrasse com o vento, havia

as. O tempo distante dali que se manifestava à sua própria maneira. Ma

ao redor da casa. Ainda estava sem eletricidade. Vestiu um casaco mais grosso, preparou um chá com o que encontrara na antiga despe

da parede lateral da casa. Ela lembrava vagamente da tia Vivienne cuidando daquele jardim com esmero. Sempre de chapéu, sempre com as

o gosto de ervas envelhecidas trazia um

bir ao and

por uma fina camada de poeira. Conforme subia, sentia um leve perfume no ar - não lavanda, como no térreo, mas algo mais adoci

de costura da tia. Abriu a primeira, o quarto onde costumava dormir quando criança. Reconheceu de imediato o papel de parede f

do de uma mulher que Eleanor não reconheceu. A imagem estava levemente desbotada,

rivaninha. Sentou-se por alguns minutos ali, sem propósito claro. Pegou um

lhe a liberdade

da tia. Sorriu, mesmo

om a energia. Talvez comprar comida, velas, descobrir se ainda havia vizin

gou a bolsa e desce

ar frio a atingiu como um tapa.

arcas n

quenas demais para um adulto. E desapareciam logo na c

enho. Olhou ao

taria de admitir. Talvez um animal, pensou. Ou algum morador cu

o lo

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A Casa dos Silêncios
A Casa dos Silêncios
“Um vilarejo esquecido. Uma casa que sussurra memórias. Dois corações marcados por feridas que o tempo não apagou. Após anos presa em um relacionamento abusivo, Eleanor Hartwood encontra na herança de sua enigmática tia uma fuga - e talvez um recomeço. Mas a velha casa em Yorkshire guarda mais do que silêncio e poeira: ela abriga segredos, vestígios de vidas interrompidas e vozes que insistem em ser ouvidas. Lá, Eleanor cruza o caminho de Theo Ravenscroft - um homem tão despedaçado quanto ela, envolto em sombras, lendas e um passado que ainda sangra. Unidos por perdas invisíveis e verdades esquecidas, eles descobrem que o amor pode ser o fio entre o trauma e a redenção. Mas nem todo silêncio é vazio. E algumas verdades... preferem não ser desenterradas.”