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Frágil? Eu Sou Uma Tempestade

Capítulo 3 

Palavras: 486    |    Lançado em: 23/06/2025

is, recebi alt

para o apartamento que e

e frio. Parecia que ning

a da cozinha. A caligra

precisa de um ambiente calmo depois do stress do

bre mim. Nem uma p

se eu não

murmurou, a ler po

ucando o bilhete na minha mão.

s minhas coisas em caixas. Roupas, livros, as pouc

le me deu. As joias

ada que me l

sogra, a Dona Isabel,

ou a sua própria

sala de estar, r

mposta e fria, estava torc

ás a fazer?" ela exig

sse calmamente, a fechar

u filho? Depois de tudo

fez por mim, Isabel? Deu-me um teto? Comprou

Tu casaste com ele pelo dinheiro da noss

as doeu. "Mas ele nunca me amou de volta. Ele só am

la ficou

stava a cuidar da irmã dele!

bebé era a família dele! E

lmente quebrou,

nosso filho estava a ser tirado de mim!

o atrás, chocada c

ção infeliz, só isso. As mulheres p

eu disse, a minha v

casa do

ele também não será m

iscar de ódio. Depois, virou-se e saiu

emer, no meio da

tinha c

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Frágil? Eu Sou Uma Tempestade
Frágil? Eu Sou Uma Tempestade
“No dia em que o meu filho perdeu o batimento cardíaco, o meu mundo desabou em silêncio. A dor era insuportável, mas o que se seguiu foi ainda mais chocante. O meu marido, Pedro, ficou ao telefone do lado de fora da sala, preocupado com um ataque de pânico da sua irmã Sofia. Ele nem se preocupou em perguntar como eu estava, saiu para ir ter com ela enquanto eu ainda estava a chorar o nosso bebé, prestes a ser sujeita a uma cirurgia. No dia seguinte, recebi um "Ok" dele, via mensagem, depois de lhe terem dito que eu já tinha saído do bloco operatório. Foi nesse momento que percebi: para ele, a minha dor e a perda do nosso filho eram menos importantes que a "fragilidade" da irmã. Sentia-me vazia e traída, não conseguia acreditar que o homem que amei por cinco anos me abandonou no hospital daquela forma. A minha sogra, Dona Isabel, ainda veio à minha casa para me acusar de "ingratidão" e de "exagerar" a perda do bebé, dizendo que "as mulheres perdem bebés todos os dias", e que eu devia "superar". Eles tentaram silenciar-me com dinheiro, queriam que eu aceitasse a culpa pelo fim do casamento e jurasse sigilo. Mas a raiva tomou conta do meu peito, e nesse momento, a decisão foi tomada: iria lutar pela verdade. Não era só por mim, era pelo nosso filho que ele descartou tão facilmente. Eu não tinha mais nada a perder. O mundo iria saber a verdade sobre a sua crueldade.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10