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Renascida da Neve: A Vingança de Lara

Capítulo 1 

Palavras: 848    |    Lançado em: 23/06/2025

a coisa que eu sentia. Depois, a águ

nte, segurava um balde vazio. O rosto dele, ainda in

para ires buscar água ao poço. Qu

oava na minha cabeça. Eram as memórias de uma outra vida, uma

o, expulsa de casa pela minha sogra, Dona Amélia. O meu c

o chão? Estás a tentar fugir às

om as mãos na anca. Ela olhou

ha deixado na mesa, o meu salári

ida do Tiago. Tu comes demasiado. U

dor ardeu, mas foi o fogo dent

à "morte" do meu marido, Diogo. O h

. Tudo

o tinha morrido como um herói numa missão. Acreditei que a sua

ola e

exaustão na fábrica, o cheiro a sardinha entranhado na minha pele, para su

o no fim. Na no

da, para tentar encontrar algum

meu marid

Ele usava um fato elegante, parecia feliz e saudável. Sofia, que sempre se fez

eijo apaixonado, debai

mundo

les. Gritei

! Está

mas com puro ódio. Sofia agarrou-se ao

her, querido? El

braço, a sua força a

o é que me

dele e

ivesses morto. Diogo, o que está a

sada cruel que

l como tu. Eu mando dinheiro à minha mãe para

mo restaurante. Ela estava gorda e bem vestida. E

ste tudo! Vieste até aqu

o chão gelado. A ne

igo porque precisava de uma empregada para cuidar da casa e de uma descu

as dela e

indiferença. "Ela vai aprender a

e foram-se embora, deixa

vaía de mim, ouvi a c

as dela do secundário garantiram-me um lugar na universidade. Ninguém nunca sab

o profundo que s

sogra. As roupas deles. Eram de boa qualidade, demasiado boas para

rou-me um

que os cã

ida anterior, eu teria ch

ntei-me. O meu

ara Don

viuvez do Diogo? Ele era um herói de gue

dela fic

s! Isso é complicado

Um sorriso

abem que ele está vivo.

a vingança

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Renascida da Neve: A Vingança de Lara
Renascida da Neve: A Vingança de Lara
“O chão de pedra gelada e a água fria eram a minha realidade. Despertei com os gritos e o desprezo do meu próprio filho, Tiago. "Acorda, preguiçosa! A avó disse para ires buscar água ao poço." A voz da Dona Amélia vinha da cozinha, carregada do habitual desprezo. "Este dinheiro mal chega para a comida do Tiago. Tu comes demasiado. Uma boca inútil que só sabe gastar." Um tapa ardeu na minha cara, mas o fogo da raiva dentro de mim ardeu muito mais. Eu tinha renascido. Voltei para este corpo, neste mesmo passado de sofrimento, onde morri de hipotermia na neve, expulsa de casa. Descobri a verdade na minha vida passada: o meu marido, Diogo, o "herói" fuzileiro, não estava morto. Ele vivia uma vida de luxo em Lisboa, com a sua prima, Sofia. Beijavam-se apaixonadamente e planeavam casar. Para piorar, Sofia, que se fazia de frágil, tinha roubado a minha identidade e as minhas notas de secundário para entrar na universidade, construindo uma carreira sobre a minha ruína. Quando os confrontei, Diogo e a sua mãe, Dona Amélia, lançaram-me para o chão gelado na neve, abandonando-me para morrer. O ódio daquela noite, onde descobri a traição e o roubo da minha vida, foi tão profundo que me trouxe de volta. Agora, de volta ao presente, com o meu filho a atirar-me pão duro, a vingança seria minha. Este não era o começo de uma vida nova, era a continuação de uma guerra que eu ia, finalmente, vencer.”
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