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A Verdade por Trás da Ferida

Capítulo 1 

Palavras: 449    |    Lançado em: 24/06/2025

manchando o chão branco do hospital. A do

médico, com o rosto sério. "A sua pressão arteri

ei o bra

por favor. Tiago. E

Eu estava grávida de oito meses, e o nosso

urgia, o meu telemóvel tocou. Era

tás? Preciso de

soou dist

ir agora. A Sofia

dele. A menina dos olh

m?", perguntei, o pânico a

ou a levá-la para as urgências. Tem calm

desl

crédula. Outros médicos? Ele era o

voltou, com o

vir. Disse que está nu

Mais importante do que a

mar conta da minha visão. A última coisa que ouvi f

e AB negativo, agora

rto privado. A minha barriga e

eira entro

e é prematuro, mas é um lutador. Es

rosto. Alívio e uma dor profu

entrou. Ele não parecia p

?", perguntou e

. Apenas olh

passando a m

orte era fundo. Tive de a suturar eu

eu? Eu tenho um tipo de sangue r

"O Dr. Miguel tratou de ti, ele é excelente. A equipa

necessidad

casei, o homem que prometeu p

disse eu, a voz surp

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A Verdade por Trás da Ferida
A Verdade por Trás da Ferida
“Com oito meses de gravidez, o meu corpo falhava. O sangue escorria, uma dor aguda na barriga, pré-eclâmpsia severa. Vida ou morte. Desesperada, liguei ao meu marido, Tiago, um cirurgião de topo no mesmo hospital. Mas a sua resposta veio fria, distante: "Clara, não posso ir. A Sofia teve um acidente." Sofia. A sua irmã mais nova. O pânico subiu pela minha garganta. Quase morri na mesa de operações, o nosso bebé Lucas nasceu prematuro, lutando pela vida na UCI Neonatal. E quando Tiago finalmente apareceu, não tinha preocupação nos olhos. Apenas cansaço. Contou-me como 'salvou' a Sofia de um 'corte'. Pelo contrário, a minha sogra, Helena, chamou-o de herói e acusou-me de ingratidão. Até a própria Sofia se mudou para a nossa casa, 'traumatizada'. Será que sou eu a irracional, a 'dramática' sob efeito de medicamentos? Como podia o meu marido, um médico, priorizar um arranhão superficial à vida da sua esposa e do seu filho? O homem com quem me casei, que prometeu proteger-me, não o reconhecia. Estava cega? Eles queriam que eu me sentisse culpada. Mas uma clareza terrível atingiu-me. Não estou louca. Lutei para sobreviver, e agora vou lutar pelo meu filho. "Quero o divórcio", declarei, com uma voz firme. "E vou lutar pela custódia total do meu filho." A minha guerra começou. E não estou sozinha.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10