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A Mulher Que Ele Subestimou

Capítulo 2 

Palavras: 473    |    Lançado em: 24/06/2025

porta do meu quarto

stava contorcido numa máscara de fúria.

lho?" ela sibilou, a su

ela sem expr

ti? Ele está destroçado, sabias? E tu, em vez de

guel? A palavr

r a Sofia," eu disse,

ília! O que é que tu esperavas que ele fizesse? Que a deixasse

i assim que ela descre

i o bebé

er outros. Mas a família é para sempre. O Miguel tem responsab

u perfume caro encheu o ar est

sculpa por este disparate de divórcio. O meu filho não vai ser al

apenas um acessório na vida do filho dela. Um ace

disse si

ficou verme

não vou pedir desculpa.

se eu fosse um inseto

A casa é do Miguel. O carro é do Miguel. Achas que vais conseguir alguma

e," eu respondi. "Só q

ndo estiveres sozinha e sem dinheiro. Vais voltar a rastejar. Mas será tarde d

dela foi delibera

rtou. Eu estava d

quarto," eu disse, viran

aqui, sua ingrat

ados a afastarem-se e a

e. Não era um silêncio de perda. Era um silêncio d

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A Mulher Que Ele Subestimou
A Mulher Que Ele Subestimou
“Acordei no hospital, com a barriga vazia. O nosso bebé não estava lá. Só havia um vazio gelado. Peguei no telemóvel: 27 chamadas não atendidas para Miguel, o meu marido. Liguei-lhe uma última vez: "Miguel, o bebé... perdemos o bebé." Do outro lado, silêncio de impaciência. "Outro pesadelo? A Sofia teve um ataque de pânico. Não tenho cabeça para os teus dramas." Vinte e sete chamadas ignoradas enquanto eu sangrava. Ele escolheu a meia-irmã. A minha sogra, Helena, invadiu o quarto, chamando a perda do meu filho "uma dor de barriga". Miguel irrompeu, furioso, culpando-me: "Estás sempre a queixar-te! Pensei que era só mais um drama teu!" A sua crueldade era tão casual. Na versão dele, eu era a histérica que lhe custara um filho. Como podiam ser tão cegos, tão egoístas? Onde estavam quando eu mais precisei? Uma raiva fria e cortante consumia-me. A injustiça era imensa, mas a dor dava lugar a uma clareza gelada. O meu irmão, Pedro, salvou-me daquele inferno. Ele trouxe-me a verdade nua e crua: viu Miguel e Sofia rindo, de mãos dadas, em público. Aquela imagem confirmou a minha intuição mais sombria. Não era apenas negligência; era traição calculada. A última peça encaixou. Liguei à minha advogada. "Joana, mudei de ideias. Já não quero ser justa. Quero tudo a que tenho direito."”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10