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A Mulher Que Ele Subestimou

Capítulo 3 

Palavras: 550    |    Lançado em: 24/06/2025

estava enganada. Menos de uma hora depois da

hos estavam injetados e o seu cabelo estava despenteado

lara?" ele exigiu, a sua vo

olhar para a janela, par

cama e agarrou o meu bra

lar contigo! A minha mãe disse-m

isse, a minha vo

ele repetiu,

É ve

tivesse queimado. Ele deu um passo atrás, a fúria

E depois pedes o divórcio? Qual

encarar, "é que o meu marido me deixou a sangrar enquanto

" ele gritou. "Porque é que não conseg

o nosso filho, Miguel! O filho que tu

ubir. "Tu estás sempre a queixar-te! Uma dor de cabeça, náuseas, dores nas costa

tava no que estava a dizer. Na sua versão da história, ele era a

um gosto amargo na minha boca. "Ok. Ent

ou dar a satisfação. Nós vamos resolver isto.

ada para

"Tu fizeste votos. 'Na saúde e na doença'. Lem

inha voz finalmente a tremer, não de tristeza, mas de

u ali, a olhar para mim, o seu pei

oz a baixar para um veneno. "Tu sabias que isto me ia magoar.

pai do meu filho morto. E não senti nada. N

u disse.

e avisou, apontando um

ando-me de novo e virando-lh

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A Mulher Que Ele Subestimou
A Mulher Que Ele Subestimou
“Acordei no hospital, com a barriga vazia. O nosso bebé não estava lá. Só havia um vazio gelado. Peguei no telemóvel: 27 chamadas não atendidas para Miguel, o meu marido. Liguei-lhe uma última vez: "Miguel, o bebé... perdemos o bebé." Do outro lado, silêncio de impaciência. "Outro pesadelo? A Sofia teve um ataque de pânico. Não tenho cabeça para os teus dramas." Vinte e sete chamadas ignoradas enquanto eu sangrava. Ele escolheu a meia-irmã. A minha sogra, Helena, invadiu o quarto, chamando a perda do meu filho "uma dor de barriga". Miguel irrompeu, furioso, culpando-me: "Estás sempre a queixar-te! Pensei que era só mais um drama teu!" A sua crueldade era tão casual. Na versão dele, eu era a histérica que lhe custara um filho. Como podiam ser tão cegos, tão egoístas? Onde estavam quando eu mais precisei? Uma raiva fria e cortante consumia-me. A injustiça era imensa, mas a dor dava lugar a uma clareza gelada. O meu irmão, Pedro, salvou-me daquele inferno. Ele trouxe-me a verdade nua e crua: viu Miguel e Sofia rindo, de mãos dadas, em público. Aquela imagem confirmou a minha intuição mais sombria. Não era apenas negligência; era traição calculada. A última peça encaixou. Liguei à minha advogada. "Joana, mudei de ideias. Já não quero ser justa. Quero tudo a que tenho direito."”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10