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O Veneno na Paella

Capítulo 2 

Palavras: 600    |    Lançado em: 24/06/2025

u no quarto

eus olhos frios avaliaram-me de cim

perder um neto, parecia uma executiva

sua voz cortante como vidro. "Ele diss

queno

ho era um pequen

perguntei, embora já

um sentimento de culpa terrível, a pobre rapariga. Ela ado

iras tão bem ensaiadas que

da Sofia no jantar. Eu vi a satisfação

no meu prato, L

ou, um som d

do sensível. Sempre foste. Agora, o que aconteceu foi uma tragédia, sim, m

se falasse de comprar um car

isse, a minha voz a ganhar

de falsa preocupação caiu, revelando a

eu casamento por causa de um ataque de histeria? O

uma cama de hospit

onaria aqui para cuidar da

uspiu, a sua voz a subir. "Devias ter mais cuidado. Uma

me pela minha própria condição, a

o, o Marcos en

reocupação por mim. Parecia cansa

e se passa aqui?

lampejo de algo nos seus olhos. Não era amor.

as palavras de forma clara e direta. "E

ele começou, a usar o mesmo tom paternalis

ro o di

as, olhando dire

u da irritação par

usa disto? Vais desistir de nós

a minha voz firme. "Foi uma

a pensar bem, Marcos. Está em choque. Leva-a para casa, e

uec

ue eu esqueces

alegria que surpreendeu

A única coisa que quero de vocês é a

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O Veneno na Paella
O Veneno na Paella
“Estava grávida de cinco meses, o meu ventre, uma promessa. Um jantar de família, a paella de marisco que a minha sogra insistiu que provasse. Acordei num quarto de hospital, o cheiro a antisséptico sufocante. O vazio no meu útero era o que me dilacerava. O meu bebé tinha-se ido. A enfermeira confirmou o choque anafilático. Procurei Marcos. A sua voz, irritada, ao telefone: "Estou ocupado, a Sofia não está bem." Ele estava a consolar a mulher que me envenenou intencionalmente. Um camarão no meu prato, apesar da minha alergia mortal. "Um acidente?", ele disse. Mas Sofia olhou-me nos olhos enquanto eu lutava para respirar. A minha sogra assistiu, sorrindo. Eles mentiram, negaram. Quando pedi o divórcio, tentaram destruir-me. A difamação queria pintar-me como louca, apagar-me. Como podiam ser tão cruéis? No meu desespero, uma fúria fria acendeu-se. Não seria vítima. Gravei a ameaça de Marcos. Uma testemunha inesperada apareceu. Eles subestimaram-me. A sua guerra acendeu a minha. Isto não era apenas um divórcio, era justiça. A verdadeira batalha ia começar.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10