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Renascida do Fogo: Adeus, Leo

Capítulo 2 

Palavras: 421    |    Lançado em: 24/06/2025

ais espesso a cada

cha da porta. Arrastámo-nos para a pequena varanda, a única fonte de ar fresco.

ue me sacudia o corpo todo. Cada vez que toss

ha mãe, o seu próprio rosto manchado de fuli

outra vez. E o

sempre para

. Ele não estava a ate

. O céu escureceu com o fumo. Podia sentir o

a terrível que me roubava o ar. Dobrei-me, a agarrar

ra a minha mãe. "Acho

tir a nossa porta da frente. Dois bombeiros, en

! Estão aqui!"

o meu rosto e pegou-me ao colo. A última coisa que vi antes de desmaia

substituiu o cheiro a fumo. A minha mãe estava sentada numa cadeira ao l

nha barriga. Es

i durante nove mese

, o seu rosto era uma másca

s extremo, entrou em trabalho de parto prematuro. Fizemos tudo o que podíamos, ma

avras dela ecoaram na minha cabeç

mos o

ho. O nos

nha mo

iu que salvar outra pes

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Renascida do Fogo: Adeus, Leo
Renascida do Fogo: Adeus, Leo
“Acordo com o cheiro a queimado, grávida de nove meses, e o prédio está em chamas. Com a minha mãe, ficamos presas no 12º andar, o fogo a bloquear a saída. O meu marido, Leo, está lá em baixo. Clamo por ajuda ao telefone, e ele promete que vem nos salvar, instruindo-nos a ir para a varanda. Mas, do nada, ouço a voz da sua meia-irmã Sofia, em pânico total. Leo hesita apenas um segundo antes de me dizer que Sofia está mais perto do fogo e que precisa dele primeiro. E desliga. Abandonada à sorte, espero, enquanto o fumo e o calor nos sufocam. Quando os bombeiros finalmente chegam, é tarde demais. No hospital, a verdade cruel: a minha barriga está lisa. O fumo e o stress provocaram um descolamento da placenta, e eu perdi o meu bebé. Leo aparece, não com remorso, mas com desculpas esfarrapadas, culpando a minha "falta de calma" e defendendo a sua "escolha heroica". O meu sogro e a própria Sofia, que ele salvou, juntam-se ao coro, tentando virar a culpa contra mim. Como pôde o pai do meu filho, o homem que jurei amar, ter-nos abandonado num incêndio, levando à morte do nosso bebé? Como podem acusar-me de uma tragédia que a escolha dele causou? A dor dilacera-me, a raiva incendeia-me, mas no meio das cinzas do meu luto, uma decisão inabalável nasce. Olho-o nos olhos e, com voz firme, sentencio: "Quero o divórcio." Nenhuma chantagem ou manipulação me impedirá de arrancar este pesadelo da minha vida. Esta é a minha revanche.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10