Luna
4 Livros Publicados
Livros e Histórias de Luna
Ela e o Fogo da Vingança
Horror O cheiro de fumaça invadia meus pulmões, e o calor do fogo queimava minha pele.
Eu não lutei, deixei as chamas me consumirem, assim como consumiam a casa que um dia foi meu lar.
No meio do inferno, vi o rosto de Patrícia, contorcido em terror e dor, e uma última satisfação percorreu meu coração moribundo: ela morreria comigo.
Era o fim justo para a mulher que destruiu tudo o que eu amava, tudo começou na véspera do vestibular.
Patrícia, minha colega de quarto, a quem eu considerava amiga, me pediu para passar o feriado em minha casa.
Eu, ingênua, concordei e levei a serpente para o meu ninho.
Ela seduziu meu irmão, Pedro, acusando-o falsamente de agressão, destruindo seu futuro brilhante.
Expulso da escola, ele foi forçado a trabalhar em uma fábrica perigosa, onde acabou morrendo em um acidente.
Meus pais não suportaram a dor e se foram logo depois, deixando-me sozinha, consumida por um ódio que era a única coisa que me mantinha de pé.
Peguei a gasolina e ateei fogo na casa, certa de que seria o fim.
Mas, então, abri os olhos.
Eu estava no meu quarto do dormitório da faculdade, meus pais e meu irmão estavam vivos.
A data no meu celular me fez prender a respiração: era o dia em que Patrícia me pediu para ir para casa com ela.
Eu não estava morta, eu tinha voltado.
Uma segunda chance se apresentou, uma chance de salvar minha família e de fazer Patrícia pagar de uma forma que a morte pelo fogo nunca poderia.
Naquele momento, a porta do quarto se abriu.
Era ela, Patrícia, com seu sorriso doce e falso.
"Lívia, eu estava te procurando."
O pedido, as mesmas palavras, o mesmo sorriso ensaiado.
"Não."
Eu sabia que a ingênua Lívia tinha morrido no fogo, e em seu lugar nasceu uma estrategista. O Casamento Roubado
Romance Na minha caixa de correio, encontravam-se dezasseis convites de casamento.
Todos para o mesmo casamento, o do meu noivo, Pedro.
Só que o nome da noiva não era o meu. Era Sofia, a minha melhor amiga e madrinha de honra.
A cerimónia estava marcada para o dia seguinte, com TUDO o que eu tinha planeado e pago para o MEU casamento.
Pedro ligou, pedindo-me para acalmar Sofia, que estava em pânico com O CASAMENTO DELA.
Ele justificou, com uma desfaçatez aterradora, que era um "casamento falso" para cumprir o último desejo da mãe de Sofia.
"Tu és forte, Clara", ele disse, como se a minha força pudesse apagar a facada no peito.
Quando confrontei Sofia, vestida no MEU vestido de noiva, ela sorriu cinicamente: "Ele sempre me amou. Tu eras apenas... conveniente."
O ar faltou-me. A humilhação, a fúria, a traição de quem eu mais amava incendiaram cada célula do meu corpo.
Como puderam eles fazer isto? Como puderam transformar o dia mais feliz da minha vida num palco para a sua traição descarada?
Conveniente? Veremos.
Eles queriam um casamento? Teriam a festa de casamento mais inesquecível de sempre. Mas não da forma que esperavam. Renascida sem Ti: Uma Nova Vida para Ana
Romance O médico disse que eu precisava de um transplante de rim. O meu marido, Pedro, jurou que me daria o seu, prometendo: "Não te preocupes, meu amor. Eu dou-te o meu. Somos compatíveis." Senti esperança.
Mas no dia da cirurgia, quando eu estava pronta para ser levada para a sala de operações, a sua "frágil" irmã, Sofia, ligou com uma suposta emergência. Pedro correu para ela, deixando-me para trás com a promessa de voltar, que nunca cumpriu. A cirurgia foi adiada, e na solidão do quarto, o meu telefone tocou: era ele, a desculpar-se e a dizer que não podia vir, pois Sofia estava com febre. Eu sabia que a família dele sempre a colocava acima de tudo, mas desta vez, a escolha dele custou-me muito mais.
Eu obtive um rim de um dador da lista de espera nacional, e a cirurgia foi um sucesso sem ele. Quando Pedro apareceu, indignado pela minha "ausência", confrontei-o: "Tu estavas ocupado. E eu sou a tua mulher. Eu estava a precisar de um rim." A indignação transformou-se em determinação: "Pedro, eu quero o divórcio."
Ele, a mãe e a irmã dele não aceitaram, enchendo a minha vida de assédio, mensagens, e até usando o nosso filho, Leo, para me manipular. Por que me abandonou no momento mais vulnerável e agora não me deixa ir?
Será que havia algo mais por trás daquela "emergência" e da fragilidade de Sofia? Eu não aguentava mais. Aquele dia no hospital tinha que ser o ponto de viragem. Estava na hora de lutar pela minha liberdade e pela paz do meu filho! Renascida do Fogo: Adeus, Leo
Moderno Acordo com o cheiro a queimado, grávida de nove meses, e o prédio está em chamas.
Com a minha mãe, ficamos presas no 12º andar, o fogo a bloquear a saída.
O meu marido, Leo, está lá em baixo.
Clamo por ajuda ao telefone, e ele promete que vem nos salvar, instruindo-nos a ir para a varanda.
Mas, do nada, ouço a voz da sua meia-irmã Sofia, em pânico total.
Leo hesita apenas um segundo antes de me dizer que Sofia está mais perto do fogo e que precisa dele primeiro.
E desliga.
Abandonada à sorte, espero, enquanto o fumo e o calor nos sufocam.
Quando os bombeiros finalmente chegam, é tarde demais.
No hospital, a verdade cruel: a minha barriga está lisa.
O fumo e o stress provocaram um descolamento da placenta, e eu perdi o meu bebé.
Leo aparece, não com remorso, mas com desculpas esfarrapadas, culpando a minha "falta de calma" e defendendo a sua "escolha heroica".
O meu sogro e a própria Sofia, que ele salvou, juntam-se ao coro, tentando virar a culpa contra mim.
Como pôde o pai do meu filho, o homem que jurei amar, ter-nos abandonado num incêndio, levando à morte do nosso bebé?
Como podem acusar-me de uma tragédia que a escolha dele causou?
A dor dilacera-me, a raiva incendeia-me, mas no meio das cinzas do meu luto, uma decisão inabalável nasce.
Olho-o nos olhos e, com voz firme, sentencio: "Quero o divórcio."
Nenhuma chantagem ou manipulação me impedirá de arrancar este pesadelo da minha vida.
Esta é a minha revanche. Você pode gostar
Vingança Silenciosa
Xiao Liuzi Clara estava sentada na beirada da cama, sua vida uma prisão de luxo imposta por Heitor, seu tutor e algoz.
Após retornar da "escola de reeducação", um inferno disfarçado, ela reaprendeu a não sentir.
A chegada de Sofia, a noiva de Heitor, transformou sua existência em um pesadelo ainda maior.
Um "acidente" armado por Sofia, que derrubou suco em Clara - evocando memórias aterrorizantes de torturas com água gelada na instituição - foi o estopim.
Heitor, cegado pela manipulação de Sofia, a puniu cruelmente, enviando-a de volta ao que ele chamava de "escola", um lugar onde ela quase não saiu viva da última vez.
Semanas de tormento transformaram Clara em uma casca vazia, submissa, seu espírito esmagado.
No entanto, uma pontinha de esperança nasceu: ela começou a guardar cada centavo para fugir.
Sofia, percebendo seu plano, a encurralou na noite de uma festa, ameaçando revelar tudo a Heitor se Clara não colaborasse.
Presa, humilhada e sem voz para se defender, Clara foi forçada a encenar a família feliz, culminando em uma farsa pública onde a manipulação de Sofia a colocou, mais uma vez, sob a ira de Heitor.
As agressões e humilhações se tornaram a sua rotina, mas a cereja do bolo foi a descoberta da perda da voz, tirada por uma cirurgia orquestrada por Sofia.
Naquela noite, depois de mais uma cena de manipulação por Sofia, Heitor, cego de fúria, a arrastou para fora da mansão e a jogou na rua como lixo.
Desesperada e sem esperança, Clara caminhou em direção a uma ponte, onde a dor finalmente a libertaria.
Sua morte brutal, no entanto, foi o catalisador para uma verdade ainda mais devastadora: Heitor descobriu que Clara foi estuprada, teve seu útero removido e deu à luz um filho seu, roubado por Sofia.
A fúria de Heitor não conheceu limites.
Impulsionado por uma culpa avassaladora e um desejo ardente de vingança, ele desvendou os segredos sombrios de Sofia e da instituição de reeducação.
Agora, Heitor está determinado a pagar por sua cegueira e trazer Clara de volta, mesmo que para isso ele tenha que sentir toda a dor que ela suportou.
Será que o preço da redenção será a sua própria destruição? Corações Unidos Pela Vingança
Elara O cheiro de antisséptico ainda grudava na minha garganta, um lembrete constante do que aconteceu com Bia.
Minha irmã gêmea estava na cama do hospital, pálida, com os pulsos enfaixados, vítima do bullying implacável que ninguém fez questão de parar.
Mas a situação escalou quando Carol, a líder da seita de agressores, entrou no quarto com os pais, desdenhando da dor alheia e culpando Bia por ser "sensível demais".
O diretor da escola e a Professora Lúcia, cúmplices em sua negligência, negaram qualquer responsabilidade, alegando falta de "provas concretas", enquanto a mãe de Carol sorria vitoriosa, declarando que minha irmã só queria chamar atenção.
Naquela noite, algo dentro de mim se quebrou e, ao mesmo tempo, se fortaleceu.
O sistema falhou com a gente, mas eu não falharia com a Bia.
Cortei meu cabelo, me transformando em um reflexo idêntico dela, e naquele momento, a Ana se foi, e Bia, ou melhor, a nova "Bia" renasceu para a guerra.
Eu iria para a escola, não para aprender, mas para caçar.
Eles não sabiam com quem estavam se metendo.
Eles não sabiam que a escuridão da nossa família, que meus pais sempre acharam que a bondade de Bia controlaria, estava faminta.
Eles iriam se arrepender de terem nascido. Pesadelo Conjugal: O Despertar
Stella João Silva encontrou um panfleto perturbador na gaveta da cozinha, anunciando uma "escola de reabilitação comportamental" para crianças. Seu filho Pedro, de apenas seis anos, não precisava de reabilitação, mas a voz gélida de sua esposa Maria confirmou que ela havia matriculado o menino por ter quebrado o relógio caro do amigo dela, Miguel.
O mundo de João desabou ao chegar à "escola": um prédio cinzento e cercado por arame farpado. Ele invadiu o local, encontrando Pedro inerte, pálido, com fios conectados à cabeça e braços, e uma máquina de eletrochoque ao lado da cama. Seu filho estava em coma. Um enfermeiro gaguejou desculpas, mencionando "protocolo de contenção" e "dosagem alta demais".
Em meio ao desespero, João ligou para Maria, mas só obteve sua caixa postal. Ao ligar para Miguel, ouviu a risada de Maria ao fundo. "Diz que eu não posso falar, amor. Estamos comemorando", sussurrou ela. No mesmo instante, uma mensagem de Maria para um grupo de amigas, que o incluiu por engano, mostrava uma foto dela sorrindo, abraçada a Miguel, com a mão na barriga e a legenda: "Finalmente vamos ter nossa própria família! Grávida do homem da minha vida!"
João caiu de joelhos, segurando a mão de seu filho em coma. A traição brutal e a destruição de sua família o afogaram em uma dor indescritível e em um profundo sentimento de injustiça.
Naquele momento, uma fúria fria começou a borbulhar, substituindo a dor avassaladora. João sabia o que precisava fazer. Ele tiraria seu filho dali, acabaria com seu casamento e garantiria que Maria e Miguel pagassem por tudo que haviam feito. Sufocada Pelo Amor Perverso
Xu Guzi O cheiro do trem é uma mistura nauseante de metal velho e suor, um presságio familiar do inferno.
Fecho os olhos com força, e uma memória me atinge como um soco: o mesmo vagão, o mesmo assento, o mesmo sol poeirento.
Da outra vez, eu era Sofia, uma estudante de psicologia ingênua voltando para casa, feliz por ter economizado na passagem.
Lembro da mão áspera de Dona Lúcia, do sorriso babado de João, do copo d' água… Lembro do porão úmido e escuro.
A tontura. O medo. E o cheiro de mofo e desespero.
Abri os olhos de repente, o coração martelando. Estou de volta. No mesmo dia, no mesmo trem.
Lá está ela. Dona Lúcia, o Pedrinho e o João. A mesma família, o mesmo plano.
Ela me vê. O sorriso de caçadora se forma em seu rosto enrugado.
"Com licença, minha jovem", ela diz, a voz trêmula e doce. "Será que você se importaria de nos ajudar?"
A mesma desculpa. A mesma mentira.
Da outra vez, eu sorri e disse "Claro". Desta vez, eu a encaro.
"Não", digo, a palavra fria e dura. O sorriso dela vacila.
O coração martela. A raiva ferve.
Ela não sabe com quem está lidando. A estudante de psicologia ingênua morreu naquele porão.
Quem voltou foi outra pessoa. Alguém que não sentiria mais pena. Sua Obsessão Cruel, a Agonia Dela
Loretta Meu irmão mais novo, Ernesto, estava amarrado a uma cadeira de metal, convulsionando, seu rosto um azul fantasmagórico. Eu estava de joelhos, implorando a Caio Alcântara, o homem que um dia amei, para parar.
Ele olhou para mim de cima, seu rosto bonito uma máscara de fria indiferença, e me ofereceu uma escolha: cem chibatadas para mim, ou Ernesto tomaria o meu lugar.
Ele disse que Isabela, a mulher que era a minha cópia e por quem ele agora estava obcecado, precisava ser acalmada. Ele a chamava de sua "terapia", alegando que minha desobediência a perturbava. Eu o lembrei que Ernesto tinha fibrose cística, seu corpo já tão fraco, mas Caio zombou, dizendo que a dor dele era muito maior.
Ernesto, mal consciente, sussurrou: "Não... não faça isso por mim." Mas eu concordei com o chicote, apenas pela medicação dele. A expressão de Caio se suavizou, me puxando para uma cruel ilusão de segurança.
Então, seu sorriso desapareceu. "Você entendeu errado", ele sussurrou, seus olhos brilhando. "Você não escolhe quem leva a punição. Você só concorda com ela." Ele apontou para Ernesto. "Ele vai levar as chibatadas por você."
Eu gritei, lutando para proteger meu irmão, mas Caio me segurou com força, pressionando meu rosto contra seu peito. Eu não podia ver, mas ouvi tudo: o estalo agudo do chicote, o baque surdo e doentio, o gemido sufocado de Ernesto. De novo e de novo. O homem que eu amava era um monstro, encontrando prazer na minha dor. Almas Gêmeas, Destinos Cruzados
Callista Eu flutuo no ar frio da velha mansão, um fantasma da minha própria tragédia.
Três anos se passaram desde que morri aqui, jogada no poço.
Para o mundo, sou Luana, a garota que tirou a própria vida, uma história barata para assustar turistas.
Mas esta noite, minha família está aqui, e eles não vieram rezar pela minha alma.
Eles vieram para me expor, para humilhar minha memória publicamente em uma transmissão ao vivo.
Minha mãe e Sofia, minha irmã adotiva, encenam uma farsa diante das câmeras, me acusando de tudo que é mal.
Meu pai e meu irmão me chamam de "desprezível" , desejando que eu estivesse "morta de verdade" para acabar com o sofrimento deles.
Mal sabem eles que o desejo cruel de meu pai já foi atendido.
Enquanto Zé Coragem, um caçador de mitos da internet, vasculha o poço onde supostamente me suicidei, minha família inventa acusações bizarras de feitiçaria e roubo para justificar sua crueldade.
Eles querem me transformar em um monstro para apagar qualquer vestígio da verdade.
Eu observo tudo, uma espectadora silenciosa da minha própria difamação, sentindo a injustiça que me corrói.
Eu queria gritar, queria dizer a eles que a vítima sempre fui eu.
Mas fantasmas não têm voz.
No entanto, eles não sabem que o sótão guarda um segredo, um refúgio da minha infância repleto de memórias.
Minha antiga boneca, Aurora, esconde a verdade que todos ignoraram, com gravações da minha voz revelando a doçura e a inocência que eles suprimiram.
E agora, era a hora de mudar tudo. A Dor da Mulher Traída
Bai Bian Zhong Jie Na sala fria do hospital, um sorriso de satisfação moldava o rosto de João.
A cirurgia de Clara, sua filha e de sua amante Sofia, era um sucesso.
Mas o Dr. Ricardo, seu cúmplice, tinha os olhos cheios de medo.
"O que fizemos é monstruoso, João! Usamos sua esposa e seu filho como... peças de reposição!"
Minha mente não conseguia processar. Maria? Pedro? Peças de reposição?!
Ele riu, um som seco e arrogante.
"Maria me ama. Acredita em tudo que digo. Vai pensar que foi um milagre que todos sobreviveram ao 'acidente'."
Meu mundo desabou ao ouvir cada palavra, minha dor física eclipsada pela dor avassaladora da traição.
Como fui tão cega? O monstro dormia ao meu lado todas as noites.
Pedro, meu filho de sete anos, tremia ao meu lado, seus olhos inocentes arregalados em um terror quebrado.
"Sofia, meu amor," ouvi João dizer ao telefone, a voz cheia de um carinho falso. "Clara está salva. Vocês duas podem voltar para casa. Para a nossa casa."
Recuei, puxando Pedro comigo.
Eu tinha que esconder a verdade em meus olhos, para que ele não soubesse que eu sabia.
Quando ele nos viu, o pânico brilhou em seus olhos por um segundo.
"O que vocês ouviram?"
Tive que mentir, a voz surpreendentemente firme. "Nós só… só viemos te procurar. Eu estava tonta."
Ele nem suspeitava.
"Com a melhora da Clara, pensei que talvez fosse uma boa hora para elas virem ficar conosco por um tempo."
A audácia dele queimou em mim, mas minha máscara permaneceu calma.
Pedro se encolheu atrás de mim.
"Claro," eu disse, sem emoção. "Por que não?"
Ele sorriu, completamente alheio à tempestade que eu estava me preparando para liberar.
As lágrimas finalmente escorreram quando ele se afastou.
"Mãe, não chora", Pedro sussurrou, suas pequenas mãos me apertando. "Nós vamos embora, não vamos?"
"Sim, meu amor", prometi. "Para bem longe daqui."
Naquela noite, Pedro rasgou todas as fotos do pai de seu diário.
"Papai mentiu. Não teve acidente. Ele me machucou. Ele machucou a mamãe. Eu odeio ele. Eu não tenho mais um pai."
Ver a dor do meu filho solidificou minha decisão. Não era mais sobre ir embora. Era sobre justiça.
"Nós vamos embora, Pedro", eu disse, minha voz dura como aço. "E ele vai pagar por cada lágrima que você derramou."