Renascida do Fogo: Adeus, Leo

Renascida do Fogo: Adeus, Leo

Luna

3.5
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Capítulo

Acordo com o cheiro a queimado, grávida de nove meses, e o prédio está em chamas. Com a minha mãe, ficamos presas no 12º andar, o fogo a bloquear a saída. O meu marido, Leo, está lá em baixo. Clamo por ajuda ao telefone, e ele promete que vem nos salvar, instruindo-nos a ir para a varanda. Mas, do nada, ouço a voz da sua meia-irmã Sofia, em pânico total. Leo hesita apenas um segundo antes de me dizer que Sofia está mais perto do fogo e que precisa dele primeiro. E desliga. Abandonada à sorte, espero, enquanto o fumo e o calor nos sufocam. Quando os bombeiros finalmente chegam, é tarde demais. No hospital, a verdade cruel: a minha barriga está lisa. O fumo e o stress provocaram um descolamento da placenta, e eu perdi o meu bebé. Leo aparece, não com remorso, mas com desculpas esfarrapadas, culpando a minha "falta de calma" e defendendo a sua "escolha heroica". O meu sogro e a própria Sofia, que ele salvou, juntam-se ao coro, tentando virar a culpa contra mim. Como pôde o pai do meu filho, o homem que jurei amar, ter-nos abandonado num incêndio, levando à morte do nosso bebé? Como podem acusar-me de uma tragédia que a escolha dele causou? A dor dilacera-me, a raiva incendeia-me, mas no meio das cinzas do meu luto, uma decisão inabalável nasce. Olho-o nos olhos e, com voz firme, sentencio: "Quero o divórcio." Nenhuma chantagem ou manipulação me impedirá de arrancar este pesadelo da minha vida. Esta é a minha revanche.

Introdução

Acordo com o cheiro a queimado, grávida de nove meses, e o prédio está em chamas.

Com a minha mãe, ficamos presas no 12º andar, o fogo a bloquear a saída.

O meu marido, Leo, está lá em baixo.

Clamo por ajuda ao telefone, e ele promete que vem nos salvar, instruindo-nos a ir para a varanda.

Mas, do nada, ouço a voz da sua meia-irmã Sofia, em pânico total.

Leo hesita apenas um segundo antes de me dizer que Sofia está mais perto do fogo e que precisa dele primeiro.

E desliga.

Abandonada à sorte, espero, enquanto o fumo e o calor nos sufocam.

Quando os bombeiros finalmente chegam, é tarde demais.

No hospital, a verdade cruel: a minha barriga está lisa.

O fumo e o stress provocaram um descolamento da placenta, e eu perdi o meu bebé.

Leo aparece, não com remorso, mas com desculpas esfarrapadas, culpando a minha "falta de calma" e defendendo a sua "escolha heroica".

O meu sogro e a própria Sofia, que ele salvou, juntam-se ao coro, tentando virar a culpa contra mim.

Como pôde o pai do meu filho, o homem que jurei amar, ter-nos abandonado num incêndio, levando à morte do nosso bebé?

Como podem acusar-me de uma tragédia que a escolha dele causou?

A dor dilacera-me, a raiva incendeia-me, mas no meio das cinzas do meu luto, uma decisão inabalável nasce.

Olho-o nos olhos e, com voz firme, sentencio: "Quero o divórcio."

Nenhuma chantagem ou manipulação me impedirá de arrancar este pesadelo da minha vida.

Esta é a minha revanche.

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