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Livros de Moderno Para Mulheres

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Me Traiu? Casei com um Magnata

Me Traiu? Casei com um Magnata

Ayla passou três anos construindo a imagem impecável de "homem de família perfeito" para seu marido, o bilionário do Vale do Silício, Axel Farrell. Até que, uma noite, ele chegou em casa cheirando a perfume feminino. Ao tirar a camisa, Ayla viu três arranhões profundos e sangrentos de unhas marcados em suas costas. A senha do celular dele, que sempre foi o aniversário de casamento deles, havia sido alterada. Quando Ayla o flagrou beijando a Diretora de Operações da empresa, Axel não apenas não se desculpou, como a humilhou na frente de toda a elite. Ele a empurrou violentamente contra um balcão e, em sessenta segundos, congelou todos os cartões de crédito e contas bancárias dela. A mãe de Axel aproveitou para pisoteá-la, chamando-a de falsa herdeira inútil e lixo descartável. Para silenciá-la de vez e proteger as ações da empresa, Axel mobilizou advogados e falsificou laudos médicos para interná-la à força em uma clínica psiquiátrica. "Você enlouqueceu completamente. É hora de voltar para casa e tomar seu remédio." Ayla sentiu o estômago revirar de nojo. Durante anos, ela gerou bilhões para o império dele com seu gênio em Relações Públicas. Como ele pôde ser tão monstruoso a ponto de tentar apagá-la legalmente do mundo apenas para proteger a própria farsa? Mas Axel cometeu um erro fatal: ele esqueceu que o ativo mais valioso da empresa estava na cabeça dela. Ayla vazou o vídeo da traição na internet, fazendo as ações do marido despencarem instantaneamente. Em seguida, ela pegou seus documentos e foi direto ao encontro do maior predador e rival de Axel em Wall Street. Era hora de queimar aquele império até o chão.
O Veneno da Fortuna

O Veneno da Fortuna

O telefone tocou incessantemente na tranquilidade do meu escritório, um prenúncio de algo terrível. A voz do outro lado confirmou meu pior medo: "Seus pais, Antônio e Helena Silva. Houve um acidente. Estado grave." Meu mundo desabou em segundos, mas a primeira pessoa que procurei, minha esposa Sofia, estava ocupada demais celebrando com risadas e música alta. Perguntei: "Sofia, meus pais podem morrer!" Ela retrucou, fria: "E o que você quer que eu faça? Eu não sou médica. Dê um jeito, Marcos." E desligou. A crueldade dela era um tapa na cara, um choque. Mal cheguei ao hospital, a enfermeira e o médico me confirmaram: a responsável pelo atropelamento era Sofia Almeida, no nosso Porsche que dei de presente. Liguei para ela novamente, implorando: "O carro que atropelou meus pais... era o seu Porsche." Silêncio mortal. Então, sua voz congelante: "Isso é impossível. Meu carro está na garagem." Ela me acusou: "Isso é algum tipo de truque, Marcos? Você está tentando estragar a festa do Pedro?" Minha esperança se esvaiu; o médico suspirou: "Sinto muito, filho. Nós fizemos tudo o que podíamos." O som dos monitores cardíacos ecoando pelo corredor marcou o fim. Meus pais se foram, e a dor era física. Mal consegui respirar, lembranças me invadiam, a imagem da minha mãe acolhendo Sofia, e meu pai dizendo que ela trazia luz à nossa vida. Mal sabíamos que era tudo uma farsa. Minha secretária ligou em seguida, com voz hesistante: "A senhora Sofia fez uma retirada hoje à tarde. Cem mil euros." No dia da morte dos meus pais, ela roubou para fugir com o amante. A dor virou raiva fria. Lembrei das humilhações, do desprezo da família dela, da mão de Sofia em meu rosto: "Você entende qual é o seu lugar? Você é o pobretão sortudo que eu escolhi. Aja como tal." Eu suportei tudo, achando que a amava. Não havia amor, apenas um vazio calculista. Ela me via como um degrau. Mas jurei: "Eu prometo que farei justiça por vocês."
O Acerto de Contas de Clara

O Acerto de Contas de Clara

A minha bolsa de águas rompeu, em ponto. Era o dia que mais antecipei: o nascimento do nosso filho. Liguei ao Leo, o meu marido, mas ele estava imerso na final da taça de futebol. A sua voz soava irritada, a sua irmã, Sofia, riu ao fundo: "Ela está outra vez com essas coisas? Relaxa!" Ele desligou, deixando-me sozinha com as contrações a apertar. Cheguei ao hospital, mas a demora foi fatal. O nosso filho não sobreviveu. Leo chegou, cheirando a cerveja e a vitória, indiferente à nossa tragédia. Em vez de consolo, recebi acusações: "Por que não chamaste a ambulância mais cedo, Clara?" A sua mãe, Helena, e a irmã, Sofia, cercaram-no, culpando-me pela morte do meu próprio filho. Eu era a mãe negligente, a esposa histérica, o bode expiatório da sua crueldade casual. Ele chorou pelo "meu filho", nunca pelo "nosso". Naquele momento, percebi que estava completamente sozinha no mundo. Mas a dor ainda não tinha atingido o seu pico. Enquanto arrumava as delicadas coisas do bebé, a verdade mais suja veio à tona. Descobri extratos bancários, contas secretas, provas da sua verdadeira e sistemática traição. Despesas luxuosas para a Sofia: joias caras, viagens de luxo, até o sinal de um apartamento – tudo pago com o dinheiro que ele me disse que não tínhamos. E a revelação mais fria: um e-mail onde ele descrevia a morte do meu filho como um "dia de merda", mais preocupado com a vitória do Benfica. O jogo de futebol não foi um incidente isolado. Era um sintoma da sua devoção cega à irmã. Foi a última peça do puzzle: a doença era a Sofia, e eu era apenas um incómodo. O luto não me quebrou; endureceu-me e entregou-me uma clareza gelada. "Eu quero o divórcio", disse, as palavras firmes e calmas, uma promessa. A guerra cruel pela minha liberdade tinha acabado de começar.