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A Dor Que Virou Vingança

Capítulo 4 

Palavras: 592    |    Lançado em: 25/06/2025

me surpreendeu. A dor ainda lá estava, um peso cons

lhores advogadas de divórcio da cidade, a Dra. Isabel Neves. A

em que perdi o nosso filho para fugir com a m

ves ligou-me de volt

ional. "Sra. Almeida, lamento

lefone, o brinco no chão, o bilhete. Não chorei. A minha voz estava firme, ca

que um simples caso de adultério. Isto é crueldade e

isse eu. "Eu quero justiça. Quero

todos os vossos bens em comum. Ele não vai poder usar o voss

centelha de satisf

minha segunda chamada. F

a de construção, uma imagem de responsabilidade

eu quando ele atendeu. "Sou a L

me que não se estava a sentir b

á doente. Ele fugiu com a minha irmã de dezanove anos.

o chocado do out

. isso não pod

zinha para passar por um procedimento cirúrgico depois de perdermos o nosso bebé. Se tiver alguma dúvida, pode verificar os

s que ele pude

fissional do Pedro. A notícia espalhar-se-ia como fogo.

o que ele

o pela traição deles. As fotografias de nós os três a sor

Mas não as minhas

gadgets. Empacotei tudo em caixas de cartão. Fiz o mesmo

energia febril. Quando terminei, a casa

ntrada do prédio e colei

SOFIA. DEVOLVE

não esta

quetas e escre

IX

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A Dor Que Virou Vingança
A Dor Que Virou Vingança
“O médico disse-me que o meu filho tinha morrido. O mundo parou. Liguei ao meu marido, Pedro, mas atendeu a voz da minha irmã mais nova, Sofia: "Pedro, querido, podes passar-me a toalha?" Depois, Pedro, impaciente: "Lia, o que é que queres agora? Estou ocupado." Ele estava a cuidar dela, enquanto a nossa tragédia se desenrolava. Enquanto eu estava sozinha no hospital, a lidar com a perda insuportável, ele estava com a minha irmã. "Pedro, o nosso filho morreu," sussurrei. Seguiu-se silêncio, e depois, raiva gelada. Ele acusou-me de tentar chamar a atenção, de mentir sobre a morte do nosso bebé. A única preocupação dele era a Sofia. Como podia ele ser tão cruel? Como podia a minha irmã, a quem eu dei tudo, a quem prometi cuidar para sempre, estar envolvida nisto? O meu coração, já despedaçado, foi esmagado pela traição. Foi então que as palavras saíram, firmes, inesperadas: "Pedro, eu quero o divórcio." A dor deu lugar a uma fúria fria. Eles pensaram que eu ia desmoronar, que me afogaria na minha própria dor. Mas eles estavam enganados. A sua traição selou o seu destino e o meu: eu ia reescrever a nossa história. Não haveria piedade.”