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Herança Roubada: A Luta de Lia

Capítulo 3 

Palavras: 411    |    Lançado em: 25/06/2025

recebi uma chama

era fria

ejas satisfeita. O P

odeada de caixas. Estava a come

melhor para mim",

E a reputação da nossa família?

dados que o noivo tin

nspirar br

ois de tudo o que

o vosso filho me escolheu. Mas nunca gostaram de

Tu és... diferente. Sempre foste dema

da pelo

se sentia atraído pela Sofia. Ela precisa de p

já sentia. Para eles, a minha força era uma

mesmo", disse eu. "Pe

acabar sozinha, Lia. Ningu

estar com pessoas que m

Não lhe dei a satisfaç

s de raiva, de frustração, e de

ra teimosa. E a minha

eto trazia uma memória. O seu velho relógio, os seus

do do seu armário. Dentro, havia cartas. Cart

, um documento le

o que eu conhecia. Era

dos seus bens, incluindo a casa e uma qu

uma cláusu

o Almeida, uma parte substancial dos meus bens será transferida para a fa

coraçã

qu

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Herança Roubada: A Luta de Lia
Herança Roubada: A Luta de Lia
“No dia do funeral do meu pai, o meu noivo, Pedro, estava ao telefone a consolar outra mulher. "Sofia, não chores. O avô não gostaria de te ver assim." A sua voz era suave, um tom que ele nunca usou comigo. Eu estava ali, vestida de preto, a olhar para a fotografia do meu pai, e a pessoa de quem eu mais precisava estava ocupada. Os pais de Pedro, os meus futuros sogros, aproximaram-se com desculpas esfarrapadas. «Lia, o Pedro teve de ir. A avó da Sofia piorou de repente.» A mesma desculpa de sempre. Ao invés de me consolarem, fui acusada de ser "egoísta" e de "fazer drama" por querer que o meu noivo estivesse ao meu lado. «A Sofia não tem mais ninguém. Ela precisa do Pedro.» As palavras da Sra. Almeida, que a Sofia era uma "menina doce e frágil" e que eu era "demasiado independente, demasiado teimosa" , ecoavam na minha mente. Eu era a segunda opção, enquanto o meu pai lutava e eu cuidava dele sozinha. A revolta e a dor cresceram em mim, culminando numa decisão abrupta e dolorosa: o casamento estava cancelado. Mas o choque aumentou quando, a organizar os pertences do meu pai, encontrei um rascunho antigo do seu testamento. Nele, uma cláusula estipulava que, caso o meu casamento com Pedro ocorresse, uma parte substancial da herança seria transferida para a família Almeida. De repente, a "dívida de gratidão" de Pedro e a insistência da sua família no nosso casamento ganharam um sentido sombrio e calculista. O meu pai, que eles tanto desprezavam, havia descoberto a verdade e alterado o testamento para me proteger. Agora, a família Almeida, ao invés de se desculpar pela sua ganância e manipulação, decidiu processar-me. Eles queriam a herança que nunca lhes pertenceu. Mal sabiam eles a fúria de uma mulher que finalmente via a verdade e estava pronta para lutar pela honra do seu pai e pela sua própria dignidade.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10