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Herança Roubada: A Luta de Lia

Capítulo 2 

Palavras: 467    |    Lançado em: 25/06/2025

ava como se a tempestade de

porta, com uma expressã

A avó da Sofia teve um s

braçar-me, m

me to

onfuso. "O q

ou, P

lugar à incredulidade. "O

ento. A nossa

de noivado. Ele olhou para o anel e depoi

to? Por causa de onte

. A Sofia precisa de ti para a levar ao médico. A Sofia precisa de ti por

ava calma, desp

eu precisei de ti

vras, a sua boca a

sto. A Sofia é como

O meu pai morreu. E t

i! A situação er

eral do teu futuro sogro? Maior do

mãos pelo cabe

dela sempre ajudou a minha!

teu tempo, a tua atenção e

a o ecrã. Era a Sofia. Ele hesitou,

Ela deve estar a prec

ue eu precisava. Ele importava-se mais em

chamada, mas er

ro. E, para ser sincera,

idículo. Claro que te amo. Estás apen

s coisas com clarez

a. A minha família não vai pe

lgou há muito tempo", r

. Ouvi-o a bater uma, duas

nha mão nua. Se

as agora havia também um

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Herança Roubada: A Luta de Lia
Herança Roubada: A Luta de Lia
“No dia do funeral do meu pai, o meu noivo, Pedro, estava ao telefone a consolar outra mulher. "Sofia, não chores. O avô não gostaria de te ver assim." A sua voz era suave, um tom que ele nunca usou comigo. Eu estava ali, vestida de preto, a olhar para a fotografia do meu pai, e a pessoa de quem eu mais precisava estava ocupada. Os pais de Pedro, os meus futuros sogros, aproximaram-se com desculpas esfarrapadas. «Lia, o Pedro teve de ir. A avó da Sofia piorou de repente.» A mesma desculpa de sempre. Ao invés de me consolarem, fui acusada de ser "egoísta" e de "fazer drama" por querer que o meu noivo estivesse ao meu lado. «A Sofia não tem mais ninguém. Ela precisa do Pedro.» As palavras da Sra. Almeida, que a Sofia era uma "menina doce e frágil" e que eu era "demasiado independente, demasiado teimosa" , ecoavam na minha mente. Eu era a segunda opção, enquanto o meu pai lutava e eu cuidava dele sozinha. A revolta e a dor cresceram em mim, culminando numa decisão abrupta e dolorosa: o casamento estava cancelado. Mas o choque aumentou quando, a organizar os pertences do meu pai, encontrei um rascunho antigo do seu testamento. Nele, uma cláusula estipulava que, caso o meu casamento com Pedro ocorresse, uma parte substancial da herança seria transferida para a família Almeida. De repente, a "dívida de gratidão" de Pedro e a insistência da sua família no nosso casamento ganharam um sentido sombrio e calculista. O meu pai, que eles tanto desprezavam, havia descoberto a verdade e alterado o testamento para me proteger. Agora, a família Almeida, ao invés de se desculpar pela sua ganância e manipulação, decidiu processar-me. Eles queriam a herança que nunca lhes pertenceu. Mal sabiam eles a fúria de uma mulher que finalmente via a verdade e estava pronta para lutar pela honra do seu pai e pela sua própria dignidade.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10