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Herança Roubada: A Luta de Lia

Capítulo 1 

Palavras: 592    |    Lançado em: 25/06/2025

meu noivo, Pedro, estava ao te

. O avô não gostar

e, um tom que ele

para ti. Sem

idros da capela. O som misturava-se com os solu

r para a fotografia do meu pai. O seu s

pêsames dos amigos chegavam, mas a única pe

ro, Sr. Almeida, aproximou-se de

e ir. A avó da Sofia

em forças

. A mesma desc

ntinuou o Sr. Almeida. "Ele sabe

Difícil? O meu pai estava morto. Pedro prom

mãe de Pedro, juntando-se a nós. "A Sofia n

a perfeita. Sempre a defende

rouca. "O meu pai morreu. Onde e

a testa, claramente des

ísta. A vida da Sof

rante anos, e eu cuidei dele sozinha. Onde estava o Pedro? A viajar

or e a raiva misturaram-se, c

ses", disse eu, a voz a tre

eio, a sua voz a subir de tom. "O Pedro tem um bom coração. Ele só

sentindo as lágrimas a quererem s

como se estivesse a lidar

volta amanhã. Pensa no teu futuro.

e afastou-se, levan

o caixão. As suas palavras ecoavam na

no meu bolso. Ignorei

ado sozinha no dia mais sombrio da minha vida. Ele não teria

vida juntos. De repente, tudo

perança que eu tinha no nosso futu

um homem que me colo

uma família que me

to ao corpo do meu p

to estava

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Herança Roubada: A Luta de Lia
Herança Roubada: A Luta de Lia
“No dia do funeral do meu pai, o meu noivo, Pedro, estava ao telefone a consolar outra mulher. "Sofia, não chores. O avô não gostaria de te ver assim." A sua voz era suave, um tom que ele nunca usou comigo. Eu estava ali, vestida de preto, a olhar para a fotografia do meu pai, e a pessoa de quem eu mais precisava estava ocupada. Os pais de Pedro, os meus futuros sogros, aproximaram-se com desculpas esfarrapadas. «Lia, o Pedro teve de ir. A avó da Sofia piorou de repente.» A mesma desculpa de sempre. Ao invés de me consolarem, fui acusada de ser "egoísta" e de "fazer drama" por querer que o meu noivo estivesse ao meu lado. «A Sofia não tem mais ninguém. Ela precisa do Pedro.» As palavras da Sra. Almeida, que a Sofia era uma "menina doce e frágil" e que eu era "demasiado independente, demasiado teimosa" , ecoavam na minha mente. Eu era a segunda opção, enquanto o meu pai lutava e eu cuidava dele sozinha. A revolta e a dor cresceram em mim, culminando numa decisão abrupta e dolorosa: o casamento estava cancelado. Mas o choque aumentou quando, a organizar os pertences do meu pai, encontrei um rascunho antigo do seu testamento. Nele, uma cláusula estipulava que, caso o meu casamento com Pedro ocorresse, uma parte substancial da herança seria transferida para a família Almeida. De repente, a "dívida de gratidão" de Pedro e a insistência da sua família no nosso casamento ganharam um sentido sombrio e calculista. O meu pai, que eles tanto desprezavam, havia descoberto a verdade e alterado o testamento para me proteger. Agora, a família Almeida, ao invés de se desculpar pela sua ganância e manipulação, decidiu processar-me. Eles queriam a herança que nunca lhes pertenceu. Mal sabiam eles a fúria de uma mulher que finalmente via a verdade e estava pronta para lutar pela honra do seu pai e pela sua própria dignidade.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10