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O Adeus Que Salvou Minha Alma

Capítulo 3 

Palavras: 424    |    Lançado em: 25/06/2025

nte, ele já tinha contratado o melhor

centra-te em recuperar," disse-me ele, coloca

ela primeira vez em muito t

sido implacável. Ele estava a pedir não só a divisão dos ben

esta vez, eu não atendi. Deix

itava. "Um advogado? Estás a tentar arruinar-me? Depo

agem sem a ouv

ma série de mensagens abusivas, chamando-

Elas eram apenas r

a receber alta do hospit

, sem deixar espaço para discussão. "O m

no átrio do hospital. Ele parecia cansado e ab

nversar," disse ele, ten

te, colocando-se entre nós

, Tiago," rosnou o Migue

e o Tiago calmamente. "O teu adv

cometi um erro. Eu estava stressado. A Clara... ela e

para me acusar," respondi, a minha voz firme. "Estavas a pensar com clarez

to!" ele insistiu, a sua voz d

gnorar para ires ter com outra mul

ma vez e vi o Miguel parado ali, a olhar para

nada por ele. Nem amor, nem

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O Adeus Que Salvou Minha Alma
O Adeus Que Salvou Minha Alma
“O médico tirou os óculos manchados de sangue e disse-me: "Fizemos o nosso melhor, mas o seu filho não sobreviveu." Apenas horas antes, o meu bebé mexia-se dentro de mim. O meu mundo desabou, estilhaçado pela crueldade do meu marido, Miguel. Ele empurrou-me escada abaixo, não por raiva, mas por pressa. Com pressa de ir consolar a sua ex-namorada, Clara, que "precisava" dele por causa de uma febre. Enquanto eu sangrava no chão, desesperada, implorando por ajuda, enviei-lhe uma mensagem: "Estou a sangrar muito. O bebé... pode não sobreviver." A resposta dele? "Para de fazer birra, Sofia. A Clara precisa de mim." Ele não chamou nenhuma ambulância. Fui abandonada. Quando liguei para lhe dar a notícia devastadora, ele estava a acalmar a "doente" Clara com uma ternura que nunca me demonstrou. Ao saber da morte do nosso filho, ele gritou, acusando-me: "Para de fazer piada! És egoísta! Tu caíste de propósito só para chamar a minha atenção, não foi?" Até a minha sogra, a quem eu chamava "mãe", me atacou, chamando a perda do meu filho de "um pequeno acidente" e a mim de "manipuladora". Eu? manipuladora? Egoísta? Depois de perder o meu bebé por causa da sua indiferença? Deitada na cama fria do hospital, sozinha, sem o meu bebé, sem o meu marido, eu chorei. Mas no fundo do abismo, uma raiva gélida acendeu-se. Então, a porta abriu-se e o meu irmão, Tiago, apareceu, a sua expressão endurecida pela dor e pela fúria. "Ele vai pagar por isto," disse ele, a sua voz baixa e controlada. "Ambos vão."”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10