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O Adeus Que Salvou Minha Alma

Capítulo 2 

Palavras: 465    |    Lançado em: 25/06/2025

mas a chamada foi direta para o

rgo formou-se

sa Clara precisava dele. A mi

tocou. Era a minha sogra, a

z ela me trouxesse algum conforto

a minha voz ainda

divórcio! O que se passa contigo?" a su

bé?" perguntei, sentindo um fri

culpa para tentares destruir a tua família. O Miguel está a passar por muito stress no tra

não tinha acabado de perd

ganhar uma força que eu não sabia que tinha

a. "Não acuses o meu filho. O Miguel nunca faria tal coisa. Deves estar

ada te

a em que eu pensei que tinha entrado era uma ilusão. Eles não eram a mi

meira entrou. "Sofia? Há um homem aqui que

lho, o Tiago, há anos. Ele era um advogado

favor,"

à volta dos olhos que eu não me lembrava. Ele estava a usar um fat

cara pálida e para a cama de hosp

sua voz baixa e contro

ão, a perda do bebé, as chamadas t

a em silêncio. Ele apenas fico

sto," disse ele fina

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O Adeus Que Salvou Minha Alma
O Adeus Que Salvou Minha Alma
“O médico tirou os óculos manchados de sangue e disse-me: "Fizemos o nosso melhor, mas o seu filho não sobreviveu." Apenas horas antes, o meu bebé mexia-se dentro de mim. O meu mundo desabou, estilhaçado pela crueldade do meu marido, Miguel. Ele empurrou-me escada abaixo, não por raiva, mas por pressa. Com pressa de ir consolar a sua ex-namorada, Clara, que "precisava" dele por causa de uma febre. Enquanto eu sangrava no chão, desesperada, implorando por ajuda, enviei-lhe uma mensagem: "Estou a sangrar muito. O bebé... pode não sobreviver." A resposta dele? "Para de fazer birra, Sofia. A Clara precisa de mim." Ele não chamou nenhuma ambulância. Fui abandonada. Quando liguei para lhe dar a notícia devastadora, ele estava a acalmar a "doente" Clara com uma ternura que nunca me demonstrou. Ao saber da morte do nosso filho, ele gritou, acusando-me: "Para de fazer piada! És egoísta! Tu caíste de propósito só para chamar a minha atenção, não foi?" Até a minha sogra, a quem eu chamava "mãe", me atacou, chamando a perda do meu filho de "um pequeno acidente" e a mim de "manipuladora". Eu? manipuladora? Egoísta? Depois de perder o meu bebé por causa da sua indiferença? Deitada na cama fria do hospital, sozinha, sem o meu bebé, sem o meu marido, eu chorei. Mas no fundo do abismo, uma raiva gélida acendeu-se. Então, a porta abriu-se e o meu irmão, Tiago, apareceu, a sua expressão endurecida pela dor e pela fúria. "Ele vai pagar por isto," disse ele, a sua voz baixa e controlada. "Ambos vão."”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10