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O Adeus Que Salvou Minha Alma

Capítulo 1 

Palavras: 594    |    Lançado em: 25/06/2025

e disse-me com um tom cansado, "Fizemos o n

mundo

o meu filho ainda estava a

el, tinha-me empur

apenas com pressa para ir consola

elemóvel com as

tilhaçado, mas a

enviado ao Miguel há uma hora: "Estou a sa

"Para de fazer birra, Sofia. A Clara está com febre alta e pre

a? Ele não ch

a que me ouviu a g

eu teria sangrado at

peito, uma dor surd

do. O meu casamento...

ndo e ligue

osa do Miguel soou, mas não era para mim. "Cla

a. "Miguel, a minha cabeça dói tanto. Podes fi

Miguel acalmou-a, a sua voz cheia de um

squecido que estava

sse eu, a mi

lembrasse da minha existência. A sua ternura

ue a Clara está doente? Porque é

lmamente, cada palavra a parecer um

ncio do outro

z tensa, "Sofia, não é altura par

a minha voz a quebrar. "Eu perdi o

rque eu estou a cuidar de uma amiga doente? Onde está a tua c

íste de propósito só para chamar a minha atenção, não

tava deitada numa cama de hospital, a chorar

ósito," sussurrei.

o caminho porque estava com pressa. Se fosses mais cu

o, ele

o. O ecrã escuro refletia o meu r

segurado finalmente rolar

aqui, eu poderia ter tentado perdoá-lo. Eu teria feito q

avia mais nada a

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O Adeus Que Salvou Minha Alma
O Adeus Que Salvou Minha Alma
“O médico tirou os óculos manchados de sangue e disse-me: "Fizemos o nosso melhor, mas o seu filho não sobreviveu." Apenas horas antes, o meu bebé mexia-se dentro de mim. O meu mundo desabou, estilhaçado pela crueldade do meu marido, Miguel. Ele empurrou-me escada abaixo, não por raiva, mas por pressa. Com pressa de ir consolar a sua ex-namorada, Clara, que "precisava" dele por causa de uma febre. Enquanto eu sangrava no chão, desesperada, implorando por ajuda, enviei-lhe uma mensagem: "Estou a sangrar muito. O bebé... pode não sobreviver." A resposta dele? "Para de fazer birra, Sofia. A Clara precisa de mim." Ele não chamou nenhuma ambulância. Fui abandonada. Quando liguei para lhe dar a notícia devastadora, ele estava a acalmar a "doente" Clara com uma ternura que nunca me demonstrou. Ao saber da morte do nosso filho, ele gritou, acusando-me: "Para de fazer piada! És egoísta! Tu caíste de propósito só para chamar a minha atenção, não foi?" Até a minha sogra, a quem eu chamava "mãe", me atacou, chamando a perda do meu filho de "um pequeno acidente" e a mim de "manipuladora". Eu? manipuladora? Egoísta? Depois de perder o meu bebé por causa da sua indiferença? Deitada na cama fria do hospital, sozinha, sem o meu bebé, sem o meu marido, eu chorei. Mas no fundo do abismo, uma raiva gélida acendeu-se. Então, a porta abriu-se e o meu irmão, Tiago, apareceu, a sua expressão endurecida pela dor e pela fúria. "Ele vai pagar por isto," disse ele, a sua voz baixa e controlada. "Ambos vão."”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10