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A Mentira Por Trás do Berço

Capítulo 2 

Palavras: 542    |    Lançado em: 25/06/2025

is, recebi alt

os seus nós dos dedos brancos no volante. Eu ol

parecia est

iu da sala de estar. O seu rosto er

nda a casa. C

bem,"

pai, abraçando-lhe

suavizar-se com um sorriso genuíno. Foi

cesa. Portaste-t

a olhou para mim por cima do ombro do Le

rriga desaparec

aperto

eio. "Sofia, querida, a Inês está muito cansada. Po

onge, lançando-me

o e ela correu para o quar

parar-te

egui-o, precisando de que

de falar sobre

costas para mim. "Não há nada par

a voz subiu. "Perdemos o noss

. "E o que queres que eu faça? Queres que eu

dade. "Quero que sintas alguma

z baixa e perigosa. "Sinto raiv

incrédula. "Um conduto

tir para irmos a mais um check-up, a mai

vras eram co

ue ele estava bem," sussurrei, a

va, pois não?"

Sr. Matias voltou a

bou de sair do hospital. El

arrando no meu ombro. "

frente bate

e observava com uma expressão que não consegu

as a sofrer à sua maneira. Ele amava muito aqu

vras parecia

ar-me," disse eu

agoado. Todos nós estamos. Mas agora, a nossa prioridade tem de ser

subtil, para engolir a minha dor. Para pôr

o meu próprio fi

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A Mentira Por Trás do Berço
A Mentira Por Trás do Berço
“Acordei no hospital após o acidente de carro que me roubou o nosso bebé de sete meses. Mal abri os olhos, ouço Leo a falar ao telefone: "Não, o bebé... o bebé não sobreviveu." A dor era dilacerante, o vazio na minha barriga insuportável. Mas em vez de consolo, recebi uma mensagem do meu sogro: "Tens de ser forte pela Sofia. Ela precisa de uma mãe." Para eles, eu não era uma mãe de luto, era a substituta da mãe falecida da Sofia, e tinha falhado na minha única tarefa: dar um herdeiro. Leo evitava-me, a nossa perda era um tema proibido. Quando tentei falar, ele explodiu: "Sinto raiva por teres sido tão descuidada!" Culpava-me pelo acidente causado por um condutor bêbado. O choque e a raiva cresciam. Eu questionava se o meu casamento era amor ou apenas conveniência. Será que eu era só um útero para preencher um vazio? Um dia, Sofia, a filha do Leo, mostra-me algo que me gela o sangue: o diário da sua mãe, Clara. Lembro-me do que a Sofia me disse: "O avô disse que a mamã estava grávida de um menino quando ficou doente." Leo sempre me escondera que Clara morrera grávida. Ao ler as palavras de Clara, o horror instalou-se. Ela não morreu de cancro, eles deixaram-na morrer! Forçaram-na a adiar o tratamento para dar à luz um herdeiro. Eles tinham-na sacrificado pelo seu egoísmo, e eu era a próxima. A raiva fria preencheu-me. Peguei no telemóvel e liguei ao meu pai: "Pai, podes vir buscar-me? Preciso de sair desta casa." O passado e o futuro colidiram, e eu sabia que não seria mais uma vítima.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10