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Nunca Mais Serei a Vítima: A Minha Vez de Jogar

Capítulo 3 

Palavras: 511    |    Lançado em: 25/06/2025

áxi. O ar noturno de Lisboa

sta o endereç

r. Mas outra parte, uma parte mais forte

lhos deles e fazê-los ad

ternidade estava cheio. Vi os meus pais de p

a minha mãe corre

aquela conversa ao telefone? Está

me do se

que eles

nal do corredor. A sua expressão era u

tenha feito, a tua irmã está em

altura," respondi, a m

dor, cada passo a e

orta e respirei fun

e manchado de lágrimas. O Leonardo estava senta

m perfeita de um

antou-se abruptamente. A Clara

Leonardo, a sua v

s olhos estavam f

la

olhava p

ara mim

cabeça. Os seus olhos est

, Sofia," su

e da cama. "Sentes muito por dormires com o meu n

a soluçar, aba

sim... eu n

passo à minha frente, como se a estivesse a pr

vam

atingiram-me com a f

vazia. "E há quanto tempo é que

oi a única respost

mente, a sua voz mais baixa e mais

estou a perturbá-la? Vocês destruíram

quarto nesse momento, atr

sa aqui?" exi

" anunciei à sala. "Eles vão t

a boca. O meu pai olhou do Leonardo

... isso

gueu o queixo

E vou ficar ao lado

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Nunca Mais Serei a Vítima: A Minha Vez de Jogar
Nunca Mais Serei a Vítima: A Minha Vez de Jogar
“O nosso casamento estava marcado para amanhã em Lisboa. Amigos e família já estavam todos aqui. Eu estava no quarto do hotel, a sorrir para o meu vestido de noiva imaculado. De repente, o meu telemóvel vibrou. Era uma notificação de transferência de 50.000 euros. E uma mensagem do Leonardo, o meu noivo: "Sofia, o casamento está cancelado. Não voltes a contactar-me." O meu cérebro parou. Liguei-lhe, mas quem atendeu foi a minha irmã mais nova, Clara, a chorar. "Estamos no hospital," sussurrou ela. "O Leo está a tomar banho. Acho que sofri um aborto espontâneo." Um aborto? Do bebé dele? Quando o Leonardo finalmente veio ao telefone, a sua voz era fria e distante. "A Clara pode perder o bebé. Não tenho tempo para lidar contigo agora." A sua indiferença pesou-me no peito. "O bebé dela? Que bebé, Leonardo? De quem é o bebé?" O silêncio dele foi a resposta mais ensurdecedora. A minha doce e inocente irmã mais nova. Que sempre precisei de proteger. Estava grávida do meu noivo. Como pude ser tão cega? Porquê eu? Porquê a minha irmã? Porquê assim? A humilhação era insuportável. Mas a partir daquele momento, sabia que a minha vida nunca mais seria a mesma. Não seria a vítima. Seria a minha vez de jogar.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10