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O Despertar da Leoa

Capítulo 2 

Palavras: 461    |    Lançado em: 25/06/2025

nda a recuperar da sua própria cirurgia para remover um tu

. O quarto do bebé, que tínhamos decorado com tanto amor, estava s

aços cruzados e com uma expressão severa no rosto. A Clara estava ao

o delas, a olhar para mim c

na, a sua voz cortante. "Viemos falar

hei diretament

Quando eu acordei, q

, impaciente. "A Clara precisav

va e dor. "O nosso filho estava a morrer dentro de mim, e tu

Dona Helena, levantando-se. "Ela também sofr

u não queria causar problemas, Sofia. E

hos, quando encontraram os meus por uma fraçã

voz dura. "Pede desculpa à minha mãe e

u não vou pedir desculpa por nada. Eu quero o divór

rida, esta casa foi comprada com o noss

nto tinha sido um "presente" deles. Um presen

ele, à procura de qua

o, Sofia. Talvez devesses ir para casa da

m inconveniente. O nosso filho tinha sido a única cola que nos

reendentemente calma. "Eu vou-me embor

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O Despertar da Leoa
O Despertar da Leoa
“Acordei no hospital, depois de um terrível acidente de carro. Havia perdido o meu filho, Leo. O meu mundo desabou quando a médica confirmou a perda do bebé. Agarrei-me à esperança no meu marido, Pedro, mas ele não estava lá. Liguei-lhe, a voz embargada pela dor, a contar o inconcebível. A sua resposta fria e impaciente ecoou: "Já me disseram. A Clara deslocou o ombro, precisa de mim. Não sejas egoísta." Egoísta? Ele ignorou a morte do nosso filho e a minha agonia para consolar a irmã com um ferimento superficial. A raiva gelou o meu luto. Quando tive alta, a família dele estava à minha espera, não para me apoiar, mas para me humilhar. Chamaram-me louca, egoísta, e disseram que a casa em que vivíamos não era minha. Pedro desviou o olhar, concordando com a mãe. Eu não era esposa; era um inconveniente descartável. Como puderam ser tão cruéis? Como pôde o homem que eu amei permitir isto? Será que o meu sofrimento não significava nada? Mas a verdade é sempre mais sombria do que a imaginação. O relatório policial do acidente e o testemunho de uma enfermeira revelaram que Pedro me abandonou a sangrar para acudir Clara. E o mais chocante: o acidente não foi um acaso. Foi Clara, por ciúmes, que puxou o volante propositadamente, atirando-nos para o abismo, tirando-me o meu Leo. Não era apenas divórcio. Era justiça. Pelo meu filho, pelo meu futuro, por mim. Eles iriam pagar caro por tudo o que tiraram de mim.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10