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O Despertar da Leoa

Capítulo 3 

Palavras: 431    |    Lançado em: 25/06/2025

seu pequeno apartamento. Era

útero era um lembrete constante do que eu tinha perdido. A

o meu advogado, o D

mpática. "A família do Pedro está a dificultar as coisas. Eles estão a alegar q

protestei. "Eu decorei aqu

há outra coisa. Eu pedi o relatório policial

sa. Senti um

oi, Dr.

a a usar o cinto de segurança. A Clara estava. Se ele estivesse a usar o cinto, os ferime

m-me. Por que é que ele n

do acidente antes da chegada da ambulância. Ela disse que o Pedro saiu do carro e foi imediatamente p

no carro, a sangrar, a chamar pelo meu mari

viu a Clara a dizer ao Pedro: 'Esquece-a

ta. A crueldade daquilo era de cortar a respir

gelo. "Eu não quero apenas o divórcio. Eu que

o o que estiver ao meu alcance

cer o meu coração. A dor ainda lá estava, mas agora

. Eles tinham tentado tirar-me a dignidade.

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O Despertar da Leoa
O Despertar da Leoa
“Acordei no hospital, depois de um terrível acidente de carro. Havia perdido o meu filho, Leo. O meu mundo desabou quando a médica confirmou a perda do bebé. Agarrei-me à esperança no meu marido, Pedro, mas ele não estava lá. Liguei-lhe, a voz embargada pela dor, a contar o inconcebível. A sua resposta fria e impaciente ecoou: "Já me disseram. A Clara deslocou o ombro, precisa de mim. Não sejas egoísta." Egoísta? Ele ignorou a morte do nosso filho e a minha agonia para consolar a irmã com um ferimento superficial. A raiva gelou o meu luto. Quando tive alta, a família dele estava à minha espera, não para me apoiar, mas para me humilhar. Chamaram-me louca, egoísta, e disseram que a casa em que vivíamos não era minha. Pedro desviou o olhar, concordando com a mãe. Eu não era esposa; era um inconveniente descartável. Como puderam ser tão cruéis? Como pôde o homem que eu amei permitir isto? Será que o meu sofrimento não significava nada? Mas a verdade é sempre mais sombria do que a imaginação. O relatório policial do acidente e o testemunho de uma enfermeira revelaram que Pedro me abandonou a sangrar para acudir Clara. E o mais chocante: o acidente não foi um acaso. Foi Clara, por ciúmes, que puxou o volante propositadamente, atirando-nos para o abismo, tirando-me o meu Leo. Não era apenas divórcio. Era justiça. Pelo meu filho, pelo meu futuro, por mim. Eles iriam pagar caro por tudo o que tiraram de mim.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10